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    Fato Relevante: Techfin-Parceria entre Itaú Unibanco e TOTVS

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    São Paulo, SP 12/4/2022 –

    O ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. (“Itaú Unibanco”) informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que na presente data celebrou com a TOTVS S.A. (“TOTVS”) um acordo para a constituição de uma joint venture (“JV”), denominada preliminarmente TOTVS TECHFIN S.A.

    O ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. (“Itaú Unibanco”) informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que na presente data celebrou com a TOTVS S.A. (“TOTVS”) um acordo para a constituição de uma joint venture (“JV”), denominada preliminarmente TOTVS TECHFIN S.A. (“TECHFIN”), que terá como objetivos a distribuição e a ampliação de serviços financeiros integrados aos sistemas de gestão da TOTVS, baseados em uso intensivo de dados, voltados para clientes empresariais e toda a sua cadeia de fornecedores, clientes e funcionários.

    O acordo estabelece que a TOTVS contribuirá, antes do fechamento da transação, com os ativos da sua atual operação TECHFIN para a companhia que o Itaú Unibanco passará a ser sócio com 50% de participação no capital social, sendo que cada sócio poderá indicar metade dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria.

    Pela participação, o Itaú Unibanco pagará à TOTVS R$610 milhões e, como preço complementar (earn-out), pagará até R$450 milhões após 5 anos mediante o atingimento de metas alinhadas aos objetivos de crescimento e performance. Além disso, o Itaú Unibanco contribuirá com o compromisso de funding para as operações atuais e futuras, expertise de crédito e desenvolvimento de novos produtos na TECHFIN.

    A parceria cria uma empresa que combinará tecnologia e soluções financeiras, somando as expertises complementares dos sócios para ofertar a clientes corporativos, de forma ágil e integrada, as melhores experiências de contratação de produtos diretamente nas plataformas já oferecidas pela TOTVS.

    Essa união das capacidades do Itaú Unibanco e da TOTVS também permitirá à nova companhia explorar oportunidades de forma personalizada e contextualizada, antecipando necessidades dos clientes e de forma totalmente alinhada com a estratégia e evoluções do Open Finance para empresas. Além disso, a parceria reforça a posição de vanguarda do Itaú Unibanco e da TOTVS na transformação digital e evolução da indústria financeira.

    A conclusão desta operação está sujeita às aprovações do CADE e do BACEN.

    São Paulo (SP), 12 de abril de 2022.

    RENATO LULIA JACOB

    Diretor de Relações com Investidores e Inteligência de Mercado

    Website: https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores/

    Streaming já corresponde a 85,6% do mercado musical no Brasil

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    12/4/2022 – Hoje é importante o artista ou o selo entender que não basta apenas estar dentro da plataforma, ele precisa criar estratégias de marketing

    Segundo dados da IFPI (Federação Internacional da Indústria Fonográfica), em 2021, houve uma alta de 34,6% nas receitas do setor de streaming no país em relação a 2020, para Marcio Dias, diretor da CWB Music, o engajamento é a chave para elevação no meio musical independente

    A cada ano que passa, os números dos relatórios que abordam o mercado da música deixam mais evidente a força do streaming. Se há alguns anos atrás escutar música por meio de plataformas digitais no computador, no celular ou no tablet era apenas uma alternativa aos tradicionais formatos que necessitavam de CD ou LP, atualmente, as mídias físicas, para muitos, são consideradas obsoletas.

    De acordo com dados revelados pela IFPI (Federação Internacional da Indústria Fonográfica), em 2021, houve um crescimento de 34,6% nas receitas do mercado de streaming no Brasil em relação a 2020, em uma movimentação total de 1,8 bilhão – o que equivale a 85,6% de todas as receitas do setor.  

    Uma análise mais profunda sobre as causas do crescimento das receitas geradas no mercado de streaming no Brasil mostra que o aumento do número de assinaturas de usuários nas plataformas digitais teve grande impacto para que isso ocorresse. Em 2019, este segmento de usuários gerava R$ 661 milhões, passando a movimentar R$ 848 milhões em 2020, e, por fim, em 2021, R$ 1 bilhão.

    Marcio Dias, diretor da CWB Music, empresa que atua no ramo de distribuição digital de artistas independentes, avalia que “o atual momento do mercado musical é muito positivo para quem consegue gerar engajamento em seus conteúdos”, ressaltando que a produção independente pôde florescer nos últimos anos com o surgimento de gravadoras, selos, estúdios e distribuidoras.

    Prova disso, segundo ele, é o fato de que, segundo a mais recente pesquisa da ABMI (Associação Brasileira de Música Independente), referente ao ano de 2019, mais da metade (53,5%) dos artistas que frequentaram o Top 200 do Spotify naquele ano tinham realizado suas produções de forma autônoma. 

    Dias pontua que a melhor maneira de entrar no mercado de distribuição de música “é criando um selo de distribuição e que de preferência seja um selo nichado”. Desta forma, explica, “o artista poderá sentir uma maior segurança por trabalhar em parceria com alguém do seu nicho”.

    Estratégias de marketing para artistas independentes

    CWB Music foi criada em 2012, quando a migração de mídia física para o formato digital ainda era incipiente na Europa e nos Estados Unidos. “Então, logo entendemos que esse processo chegaria ao Brasil”, afirma Dias. “Sendo assim, fomos a primeira empresa do segmento a oferecer distribuição de música digital para artistas independentes”.

    Algumas estratégias como incluir uma música de trabalho em playlists de curadoria ou de criadores de conteúdos, utilizar as redes sociais para auxiliar neste processo de divulgação e destacar os conteúdos mais relevantes do trabalho nas plataformas digitais, para o diretor da CWB Music, são estratégias indispensáveis para bom lançamento musical independente. 

    “Hoje é importante o artista ou o selo entender que não basta apenas estar dentro da plataforma, ele precisa criar estratégias de marketing atrativas que façam com o público tenha interesse em consumir aquele conteúdo”, diz. 

    Ainda de acordo com os dados da pesquisa da IFPI, o Brasil possui, atualmente, o 11º maior mercado fonográfico do mundo, com um faturamento total de R$ 2,1 bilhões de faturamento registrado no ano de 2021, o que representa um crescimento de 32% em relação ao ano anterior.

    Depois do streaming, a segunda fonte de receita mais importante da música no Brasil são os direitos de execução pública, com pouco mais de 13% do total – foram cerca de R$ 1,08 bilhões arrecadados em 2021.

    Para saber mais, basta acessar: www.cwbmusic.com.br

    Website: http://www.cwbmusic.com.br

    Vantagem competitiva impulsiona o compromisso das empresas com o ESG

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    São Paulo 12/4/2022 – A Governança Corporativa se pauta pelos tradicionais pilares de transparência, prestação de contas, equidade e responsabilidade corporativa.

    ESG promove as boas práticas por parte das empresas e que devem tornar o negócio cada vez mais sustentável em suas ações.

    A agenda ESG tem sido cada vez mais abordada socialmente, afetando diretamente a imagem das marcas e criando novos laços com o seu consumidor. O movimento do ESG e da sustentabilidade empresarial não tem mais volta.

    A questão socioambiental começou a ser uma preocupação das grandes organizações internacionais, que passaram a discutir sobre como desenvolver a exploração de forma sustentável, sem comprometer o próprio desenvolvimento tecnológico e social.

    “Essa preocupação chegou aos investidores institucionais e em 2006, juntamente com a Iniciativa Financeira do Programa da ONU para o Meio-Ambiente (UNEP FI) e o Pacto Global, foram publicados os princípios do investimento responsável – Principles for Responsible Investments (PRI)”, relata Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.news).

    A mudança de paradigma, no sentido de que os negócios devem se preocupar com o meio ambiente, questões sociais, além da governança, tem como fundamento o desenvolvimento sustentável não só do meio ambiente ou do âmbito social, mas do próprio negócio.

    Uma pesquisa realizada pela OnePoll e pela Navex Global, nos EUA, mostra que diversas companhias têm projetos ou programas voltados ao ESG, principalmente em relação às métricas ambientais, porém, menos de 40% afirmaram o mesmo sobre o cumprimento de metas sociais e de governança. “O mercado global de investimentos focados em ESG movimentou, em 2021, cerca de U$ 30 trilhões, segundo a Bloomberg Professional Services, sendo que este valor pode chegar a U$ 53 trilhões em 2025”, salienta Vininha F. Carvalho.

    “Ativos intangíveis como a reputação chegam a corresponder a até 80% do valor de mercado de uma instituição e as expectativas que os stakeholders possuem em relação às instituições afetam diretamente o que elas representam para o mercado”, afirma Hugo Bethlem, CPO da Bravo GRC, uma consultoria em tecnologia para GRC e ESG.

    A Governança Corporativa se pauta pelos tradicionais pilares de transparência, prestação de contas, equidade e responsabilidade corporativa. E dentro desse pilar de responsabilidade corporativa já havia a preocupação com o compliance e a responsabilidade socioambiental.

    “A transparência é um dos pilares da Governança Corporativa que, por sua vez, faz parte do atual conceito do ESG. As empresas deixam de focar apenas na propaganda por si só, e começam a pensar na construção dessa reputação muito ligada aos apelos emocionais. Uma marca pode ser a representatividade de qualidade de produtos e serviços, mas é também aquela que respeita ou não o cumprimento das suas promessas”, analisa Hugo Bethlem.

    “Uma empresa que investe em ações ESG tende a passar maior credibilidade aos investidores. Os seus colaboradores, fornecedores e clientes serão estimulados para se engajarem nestes padrões inovadores e sustentáveis, além de estar em conexão ao inconsciente coletivo da sociedade, que também incorporou essa ideia ao seu estilo de vida”, conclui Vininha F. Carvalho.

    Website: https://www.revistaecotour.news

    Indústrias ampliam opções sustentáveis em EPS para a construção civil

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    12/4/2022 – No mercado da construção, existe uma busca por materiais mais sustentáveis, pelo “zero descarte”, diz Karen Peroni, Engenheira do Grupo Isorecort.

    Para a construção de casas sustentáveis, é possível usar desde paredes e escadas até painéis de fechamento, de laje, curvos e de canto

    Estudo da Economist Intelligence Unit (EIU), feito em 54 países de 2016 a 2020, mostrou um aumento de 71% em pesquisas na web por produtos sustentáveis. Já de acordo com o estudo ESG Consumer Index, da Lew’LaraTBWA, a análise do público sobre o assunto ESG (Environmental, Social and Governance) está focada principalmente nas ações relacionadas ao meio ambiente (o “E” da sigla). Segundo a engenheira do Grupo Isorecort, Karen Peroni, esta tendência é válida para o setor da Construção. “Neste mercado, também existe uma busca por materiais mais sustentáveis, pelo “zero descarte”, afirma.

    Fernanda Stafford, Engenheira Ambiental, Doutora em Ciência e Engenharia de Materiais e consultora do Grupo Isorecort, diz que com o aumento do interesse do mercado por modelos de negócios sustentáveis, cresce também a procura por materiais que, além de trazerem técnicas inovadoras, têm como característica a redução do impacto no meio ambiente. “A atenção a esta questão tem estado no radar dos consumidores. O estudo sobre “Estilos de Vida”, publicado pela Nielsen em 2019, já apontava que 42% dos consumidores brasileiros estavam mudando seus hábitos de consumo a fim de poluir menos o planeta, enquanto 30% dos entrevistados declararam estar atentos aos ingredientes que compõem os produtos”, aponta.

    Ter uma casa sustentável a partir de um projeto personalizado é possível por meio de um sistema construtivo em EPS (popularmente conhecido como “isopor”). Para a construção de casas sustentáveis, é possível usar desde paredes e escadas até painéis de fechamento, de laje, curvos e de canto. Com mais de 15 anos de atuação, o Grupo Isorecort tem como política de trabalho o compromisso com o meio ambiente, ao recolher e reciclar, durante o processo de fabricação de seus produtos, todas as sobras da própria indústria, não gerando descarte de resíduos.

    Segundo o Engenheiro do Grupo, Denilson Rodrigues, o EPS reduz a geração de descartes na obra e é 100% reciclável. “Por isso, ele minimiza a degradação do meio ambiente”, complementa.

    Mais informações podem ser acessadas em www.monopainel.com.br.

     

    Website: http://www.isorecort.com.br

    Praia de Pipa tem cenários inspirados na Grécia

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    Rio Grande do Norte 11/4/2022 – Existem quatro praias de fácil acesso para os turistas que estiveram na região da pousada Mediterrânea

    Localizada no Rio Grande do Norte, a praia brasileira atrai turistas que buscam conhecer as paisagens brasileiras que lembram a Grécia

    A praia da Pipa, localizada no município de Tibau do Sul, no Rio Grande do Norte, é um ponto turístico que atrai turistas devido às suas belezas naturais, mas também por ter locais de visitação que remetem à Grécia e suas paisagens.

    A lembrança do país europeu vem da rua chamada Vila Mangueira, que conta com uma arquitetura temática que atrai a atenção dos turistas por lembrar dos pontos turísticos gregos. A Vila é uma galeria inspirada nas ilhas do Mediterrâneo.

    Essa praia, que fica a cerca de 80 km de Natal, conta com espaços na natureza, falésias, contato com golfinhos e tartarugas-marinhas, atividades esportivas variadas, gastronomia de todos os tipos e diversas festas noturnas.

    Pipa é procurada durante o ano todo. “A lotação da pousada geralmente passa dos 80% durante o ano todo”, diz Rony, o proprietário da pousada temática Mediterrânea, que também é inspirada nas ilhas do mediterrâneo, situada no centro de Pipa na Rua Gameleira. “É comum que reservas para hospedagem tenham que ser feitas com 1 ano de antecedência, porque construímos uma estrutura instagramável que atrai diversos influenciadores digitais e a pousada temática conquista hóspedes que querem se sentir em um hotel grego”, complementa o empresário.

    As 4 praias em Pipa que podem ser acessadas a pé

    Existem quatro praias de fácil acesso para os turistas que estiveram na região da pousada Mediterrânea:

    1 – Praia do Centro – A Praia do Centro é frequentada por famílias, é o ponto de partida para passeios de barco.

    2 – Baía dos Golfinhos ou Praia dos Golfinhos – Uma praia cercada por falésias, mais isolada e com espreguiçadeiras. O único desafio é chegar até lá, pois somente é possível ir a pé quando a maré está baixa, e a volta deve ser antes da maré subir. A Baía dos Golfinhos, assim como já entrega o nome, é o local para conhecer de perto esses mamíferos.

    3 – Praia do Amor – A Praia do Amor tem ondas para surfe, reúne barraquinhas em sua faixa de areia, quando vista do alto, tem um formato de coração.

    4 – Praia das Minas – Um lugar praticamente deserto que em algumas épocas do ano vira o berço de muitas tartarugas marinhas.

    Segundo o ranking da TripAdvisor, Pipa tem uma das 10 melhores praias do mundo. Rony conta que geralmente a região de Pipa é frequentada por famílias, casais e jovens solteiros em busca de uma vida noturna mais agitada.

    Para mais informações sobre Pipa, basta acessar:  https://pousadamediterraneapipa.com/
    Para visualizar fotos de Pipa, basta acessar:  https://www.instagram.com/pousadamediterraneapipa/

    Website: https://pousadamediterraneapipa.com/

    ZEISS alerta sobre cegueira evitável e impacto da pandemia na saúde dos olhos

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    11/4/2022 –

    Pandemia de Covid-19 afetou pacientes oftalmológicos do mundo todo com cancelamento de consultas médicas, exames e procedimentos cirúrgicos. Surgimento de doenças e agravamento de casos já diagnosticados preocupam especialistas; glaucoma aparece como uma das principais causas de cegueira evitável no mundo

    A visão tem papel fundamental na qualidade de vida do ser humano. Apesar disso, em função do isolamento social imposto pela pandemia, muitas pessoas foram obrigadas a deixar de fazer o acompanhamento periódico junto ao oftalmologista e até mesmo interromperam tratamentos para doenças oculares, colocando em risco sua capacidade de enxergar.

    Estimativa da Organização Mundial da Saúde aponta que, entre 60% e 80% dos casos de cegueira no mundo são evitáveis. Já no Brasil, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) demonstra, por meio do documento “As Condições da Saúde Ocular no Brasil 2019”, que a cegueira atinge 1.577.016 brasileiros, sendo que 74,8% dos casos poderiam ter sido prevenidos ou curados se tivessem recebido tratamento apropriado a tempo.

    Glaucoma, catarata, retinopatia diabética e degeneração macular relacionada à idade são algumas das doenças que mais levam à cegueira em todo o mundo. Principal causador da cegueira irreversível no planeta, o glaucoma deve afetar 111,8 milhões de pessoas em 2040, segundo projeção da OMS.

    Criada para alertar a população sobre doenças oculares que podem levar à cegueira, a campanha Abril Marrom discute a importância do diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação das doenças que afetam a visão. Referência mundial em soluções para a saúde ocular, a ZEISS reforça a importância da campanha e convida o médico oftalmologista Dr. Vital Paulino Costa, chefe do setor de glaucoma da UNICAMP, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma e ex-vice-presidente da Sociedade Ibero-Americana de Glaucoma, para falar sobre saúde ocular e o impacto da pandemia na prevenção e tratamento do glaucoma.

    “O glaucoma é a principal causa de cegueira irreversível no mundo. Um ponto muito importante a respeito do glaucoma é o fato de ser uma doença silenciosa, ou seja, quando o paciente se dá conta da existência de um problema na visão, a doença já está em estágio avançado, o que muitas vezes dificulta e até impossibilita o tratamento. Por isso, é fundamental consultar um especialista periodicamente”, ressalta o oftalmologista.

    Durante a pandemia, no entanto, esse acompanhamento periódico não foi realizado de forma adequada, o que fez com que muitos pacientes com glaucoma corressem risco de perda de visão. Liderados pelo Dr. Vital, pesquisadores do ambulatório de oftalmologia do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp avaliaram o impacto da pandemia no acompanhamento dos pacientes com glaucoma atendidos na instituição e identificaram redução significativa no número de consultas, exames, procedimentos cirúrgicos e liberação de medicamentos.

    No período pré-pandêmico, os pesquisadores observaram 7.170 visitas clínicas, 1.525 exames de campo visual, 682 procedimentos cirúrgicos de glaucoma e 23.259 medicamentos liberados. Já no período do surto de covid-19, foram observados 532 visitas clínicas, 94 exames de campo visual, 145 procedimentos cirúrgicos de glaucoma e 18.692 medicamentos liberados. Os números revelam uma redução de 92,52% nas consultas clínicas ambulatoriais, 93,84% nos exames de campo visual, 72,74% nos procedimentos cirúrgicos e 19,63% nos medicamentos liberados.

    “O glaucoma é causado principalmente pela elevação da pressão intraocular. A doença provoca lesões no nervo ótico e, como consequência, comprometimento da visão. Na maioria dos casos, o paciente não percebe nenhuma mudança na visão na fase inicial da doença, pois a perda gradual começa a partir da visão periférica, e só nas fases avançadas comprometerá a visão central. Quando chega a este ponto, geralmente, a cegueira já é irreversível.”, explica o Dr. Vital.

    “O HC da Unicamp é referência em 42 municípios e presta atendimento pelo SUS para aproximadamente 3,2 milhões de pessoas. A redução apontada pela pesquisa é alarmante e nos leva a crer que teremos uma possível sobrecarga de pacientes com glaucoma não controlado no futuro – cenário que deve se repetir em diversas regiões do planeta. É fundamental que os pacientes retornem ao consultório para a realização de exames de controle e prevenção da doença”, completa.

    Em 1º de abril de 2021, um reforço no diagnóstico passou a ser acessível a uma camada maior da população. A ANS incluiu a Tomografia de Coerência Óptica (OCT) entre os itens cobertos pelos planos de saúde, ampliando a cobertura para pacientes com glaucoma. É um exame não-invasivo que captura imagens do fundo de olho que ajudam a identificar doenças causadoras da cegueira evitável, como glaucoma e retinopatia diabética, por exemplo. Para contribuir com uma melhor resolução para os exames de OCT, a ZEISS desenvolveu, por exemplo, o CIRRUS 6000, equipamento de última geração que captura imagem em alta velocidade com detalhes em HD, permitindo uma análise precisa, processamento mais rápido e tomada de decisão baseada em uma variedade de condições clínicas e tipos de pacientes. Para os portadores de glaucoma, por exemplo, é possível fazer uma análise de progressão guiada para controle da doença.

    Outro exemplo de contribuição importante da alemã para o diagnóstico adequado do glaucoma é o Humphrey Field Analyzer, também chamado de HFA. O equipamento analisa o campo visual do paciente, com foco na visão periférica, que oferece resultados completos em tempo 50% menor que os testes padrões, garantindo assim mais segurança e informações ao médico e mais conforto ao paciente.

    Com a redução do número de casos de Covid-19 e a flexibilização do isolamento social, os pacientes com problemas visuais devem retomar sua rotina de acompanhamento periódico com o oftalmologista, o que deve impactar positivamente a saúde ocular de milhares de pessoas.

    “Além de fundamental para o controle do glaucoma, a visita periódica ao oftalmologista é essencial também para diagnosticar e tratar adequadamente outras doenças que afetam a visão, como as que causam cegueira evitável, por exemplo. Para aqueles que não sofrem de nenhuma enfermidade visual, a consulta de rotina é igualmente importante, pois ajuda a prevenir o surgimento de problemas que afetam a saúde dos olhos”, conclui o Dr. Vital.

    Para mais informações sobre doenças que afetam a saúde dos olhos, basta acessar: https://www.zeiss.com.br/vision-care/melhor-visao/saude-e-prevencao/glaucoma-catarata-amd-etc-doencas-dos-olhos-e-como-identifica-las-a-tempo.html#1

    Website: https://hc.unicamp.br/newsite_noticia_268_pesquisa-do-hc-mostra-o-impacto-da-covid-19-no-acompanhamento-de-pacientes-com-glaucoma/

    Metaverso deverá ser espaço para investimentos, diz estudo

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    11/4/2022 – Muitas marcas já estão garantindo seu espaço no metaverso, o que faz com que os profissionais tenham que entender como isso pode ser positivo

    Pesquisa inédita revela percepção dos brasileiros sobre metaverso; para especialista em marketing digital, espaço virtual deverá ser campo fértil para publicidade e desenvolvimento de novos negócios

    A percepção e o conhecimento dos brasileiros a respeito do metaverso – conceito que remete a uma realidade paralela que ocorre em um mundo virtual, onde é possível realizar diversas atividades como comprar em lojas, ir a shows e outros eventos e interagir com outras pessoas a partir de avatares criados para este propósito – pôde ser mensurada em um recente e inédito levantamento sobre o assunto, realizada pela startup de pesquisas digitais OnTheGo.

    De acordo com a pesquisa “Descomplicando o Metaverso – O que os brasileiros acham do Metaverso”, desenvolvida a partir de 400 entrevistas, realizadas com pessoas com acesso à internet, 45% dos respondentes acreditam que o metaverso será um espaço para investimentos. Já para 59% dos entrevistados, o metaverso não será um local exclusivo para empresas de tecnologia, indicando que empresas e marcas de outros segmentos podem ter espaço neste novo universo virtual.

    A pesquisa também apontou que apenas 60% das pessoas consultadas conseguiram explicar corretamente o conceito, definindo-o, em linhas gerais, como um mundo virtual gerado por computador em que as pessoas podem trabalhar, consumir produtos, socializar e jogar.

    A aposta no metaverso por parte do empresário estadunidense Mark Zuckerberg – que anunciou em outubro de 2021 a mudança no nome da empresa controladora do Facebook para Meta, indicando, ainda, que haverá um grande investimento por parte da companhia nesta tecnologia -, em alguma medida, teve impacto na resposta dos entrevistados: para 12% deles, o metaverso seria uma uma grande empresa de tecnologia que está desenvolvendo serviços para a internet.

    Marketing digital deve investir no metaverso

    “A expectativa é que esse novo ambiente seja muito utilizado na área dos negócios e também da geração e consumo de conteúdo”, afirma Diana Haas, proprietária da empresa Ahaas Mídias Sociais. Nesse sentido, a profissional acredita que o marketing digital pode – e deve – se aproveitar de novos universos virtuais. 

    “Muitas marcas já estão garantindo seu espaço no metaverso, o que faz com que os profissionais tenham que focar seus esforços em entender como isso pode ser positivo, proveitoso e lucrativo”, afirma.

    O mundo virtual chamado de “Decentraland” hospedou a primeira semana de moda do metaverso, que ocorreu entre os dias 24 e 27 de março. A Fashion Week atraiu grandes marcas e startups, como Dolce & Gabbana, Estée Lauder, Tommy Hilfiger, Hugo Boss e Forever 21. O evento, que teve desfiles, exposições e shows, foi utilizado pelas empresas como experimento para uma possível “nova onda” de consumidores.

    Além disso, marcas como Nike, Ralph Lauren, Itaú, Vans, Fortnite, Gucci, Balenciaga, Burberry, Stella Artois e Lojas Renner também já investiram em ações e interações em plataformas e universos virtuais.

    O HSBC, segundo maior banco da Europa, anunciou no dia 16 de março que comprou um terreno virtual no jogo The Sandbox, com valor não revelado. O HSBC disse que espera construir seu próprio ambiente imersivo e personalizável para receber pessoas de todos os lugares, “criando experiências de marca inovadoras para clientes novos e existentes” no mundo virtual.

    A proprietária da empresa Ahaas Mídias Sociais destaca que ainda é relativamente alto o valor a ser investido para atuar no metaverso, mas espera-se que, muito em breve, recursos disponibilizados pelas empresas de tecnologia, como a própria Meta, de Mark Zuckerberg, viabilizem a migração.

    “As ações esperadas para marcas são voltadas à experiência do usuário, até mesmo sensoriais. O marketing certamente será voltado para cada indivíduo, sendo possível ter conteúdos e ofertas cada vez mais personalizados”, conclui.

    Para mais informações, basta acessar: https://www.instagram.com/dianahaas/

    Website: https://www.instagram.com/dianahaas/

    Farmacêutico cria instituto com foco em farmácia estética

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    11/4/2022 – A busca crescente por cursos de especialização e a maior maturidade do mercado apontam que o segmento deve se desenvolver ainda mais

    Busca por especialização cresceu durante a pandemia; farmacêutico especializado em estética fala sobre o segmento, que deve se desenvolver com a oferta de cursos na área

    Para milhões de brasileiros, o período de confinamento por conta da pandemia de Covid-19 abriu uma porta para cursos de especialização, afirma o Dr. Rafael Ferreira, farmacêutico especializado em estética, cirurgião dentista e CEO do IRF (Instituto Rafael Ferreira). A análise de Ferreira está alinhada com os resultados de um estudo conduzido pelo Instituto Semesp, entidade que representa as mantenedoras de ensino superior no país: segundo o órgão, o número de matriculados em cursos de pós-graduação foi de 1,3 milhão, uma alta de 4,8% em 2021 na comparação com 2019, pré-pandemia. 

    O levantamento do Semesp também mostra que a categoria de mestrado e doutorado avançou 18,1% no último ano, com 441 mil matrículas. Entre 2019 e 2020, o grau de ensino teve retração de 1,7%.

    Para o farmacêutico, os dados demonstram que a maioria dos brasileiros buscou otimizar o tempo ganho em casa em obediência às medidas de quarentena e isolamento social. “De março de 2020 para cá, vivemos um momento de redescobertas, motivo pelo qual cresceu o número de profissionais que aproveitaram a pausa para se reinventar, investir na formação e garantir um novo rumo em suas carreiras”.

    Neste sentido, prossegue, também cresceu o contingente de brasileiros que buscam cursos de formação e especialização na área da saúde e estética. “Em nosso centro educacional, percebemos um aumento pela busca pelos cursos de ozonioterapia, toxina botulínica e preenchimento, bioestimuladores, estética facial, estética corporal e pós-graduações em saúde estética e ozonioterapia, além de maior demanda por workshops de mesoterapia de educação continuada no formato on-line”. 

    A organização a que Ferreira se refere é o Instituto IRF, que nasceu em 2012, quando ele desenvolveu um espaço de ensino associado a uma clínica de estética. No local, o empreendedor prestou atendimentos clínicos, ministrou cursos, capacitações e realizou pesquisas clínicas contratadas por empresas.

    Batalha por farmácia estética

    A Farmácia Estética foi regulamentada pelo CFF (Conselho Federal de Farmácia) por meio das Resoluções nº 573/2013 e 616/2015, que versam sobre as atribuições do farmacêutico no exercício da saúde estética e responsabilidade técnica por espaços que executam atividades afins. Ferreira conta que foi um dos pioneiros no Brasil a defender o conceito, motivo pelo qual foi convidado a compor o grupo técnico do CFF. 

    Outrossim, o IRF foi um dos primeiros no país a conseguir autorização do CFF para capacitar ozonioterapeutas reconhecidos pelo conselho e o único programa de residência na área, afirma o empresário.

    “Acredito que ainda há muito o que conquistar na área de farmácia estética no país, e que o amplo acesso ao conhecimento é um elemento indispensável para tanto. Por hora, a busca crescente por cursos de especialização e a maior maturidade do mercado apontam que o segmento deve se desenvolver ainda mais”, conclui. 

    De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Farmácia Estética, o Brasil conta com mais de 220 mil farmacêuticos, dos quais cerca de 2.096 atuam na área estética.

    Para mais informações, basta acessar: https://institutorafaelferreira.com.br/

    Website: https://institutorafaelferreira.com.br/

    Médicos recomendam cuidados com saúde da família para o feriado da Páscoa

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    Rio de Janeiro, RJ 11/4/2022 –

    Ter e manter uma rotina de proteção contra vírus, bactérias e insetos é essencial para a saúde das crianças e adultos

    No feriado da Páscoa, muitas famílias se reúnem e fazem brincadeiras com as crianças em casa, enquanto outras aproveitam para pegar a estrada. Viajando ou não, é importante adotar uma rotina de proteção para preservar a saúde dos familiares, de acordo com a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). Além disso, o mês de abril é marcado por alternância entre dias quentes e chuvosos, o que eleva o risco de transmissão de doenças como a dengue. Segundo o Ministério da Saúde, os casos de dengue aumentaram 35,4% nos dois primeiros meses de 2022 em comparação ao mesmo período do ano passado (Boletim Epidemiológico Vol 53 Nº 09.pdf ).

    “Em momentos de celebração como a Páscoa, é comum o consumo mais frequente de alimentos, incluindo os chocolates, e em diferentes áreas da casa. Essa prática gera restos alimentares nos diversos cômodos da casa e, portanto, atrai insetos e animais, aumentando contaminações por vírus, fungos e bactérias. Frente a isso, recomendamos um maior cuidado com a higienização das mãos e de superfícies, para ajudar a evitar infecções por vírus, fungos e bactérias que podem causar, por exemplo, vômito, dor abdominal e diarreia. Outro ponto de atenção é que os dias de calor e chuvosos atraem os mosquitos, que podem picar e causar coceira na pele das pessoas”, explica Marcelo Otsuka, médico coordenador do Comitê de Infectologia Pediátrica da SBI.

    Para os que irão se reunir em casa e preparar a caça aos ovos de Páscoa para as crianças, uma área externa com jardim e/ou quintal, ou mesmo uma varanda, pode se tornar o lugar ideal para o entretenimento. Mas o médico ressalta que é necessário ficar atento, pois atividades ao ar livre aumentam a chance de exposição das pessoas aos insetos. “Por exemplo, dias quentes e chuvosos atraem os mosquitos. Para evitar picadas, o ideal é utilizar repelente para ajudar a proteger a pele das picadas de mosquitos que podem causar desconforto e doenças. Além disso, caso haja, é importante manter o jardim aparado, recolher folhas e frutos”, ressalta Otsuka.

    Neste caso, há repelente disponível no mercado em diferentes formatos, como Spray, Aerossol, Gel e Lenços. Os repelentes à base de Icaridina, como o Exposis, oferecem duração entre 6 e 10 horas após cada aplicação e podem ser usados a partir dos 3 meses de idade, seguindo as instruções no rótulo. O uso de repelentes auxilia na proteção contra picadas de insetos que podem transmitir doenças como a dengue, Zika, Chikungunya e febre amarela.

    Para aqueles que estão em casa, Otsuka recomenda manter as mesas, bancadas e qualquer outra superfície onde se planeje fazer as refeições limpas e desinfetadas, para evitar a contaminação por vírus, fungos e bactérias. “Outro ponto de atenção, principalmente onde houver crianças que ainda engatinham, é a higienização do chão e até das solas dos calçados, caso os visitantes não os tirem ao entrar no local”, explica Otsuka. Para a desinfecção de sapatos, as pessoas contam com opções de desinfetante em aerossol que promovem a higienização de forma prática.

    Para as famílias que optarem por viajar, além do repelente ser item fundamental na bagagem para proteger adultos e crianças, principalmente em regiões com muita vegetação, Marcelo Otsuka também orienta os adultos a observarem o colchão da cama da acomodação onde estiverem hospedados. “Verifique se há bolor no colchão, pois em caso positivo pode haver risco de quadros alérgicos, mesmo que a fronha ou lençol estejam limpos. Utilize um desinfetante spray para matar fungos ou qualquer microrganismo que esteja no colchão antes de cobri-lo novamente com a roupa de cama”, orienta o médico da SBI.

    O cuidado com a mala de viagem também é essencial, pois muitas pessoas a colocam em cima da cama e isso pode contribuir para disseminar a sujeira do local em que os viajantes vão dormir. “A recomendação é utilizar desinfetante em formato spray ou lenço para fazer a higienização da bagagem para minimizar a proliferação de bactérias indesejáveis. Esse cuidado é essencial”, acrescenta Otsuka. 

    Dentre as opções de desinfetante disponíveis no mercado atualmente, há aqueles que trabalham com os formatos aerossol, lenços desinfetantes e spray, como o Lysoform, que podem ser usados em colchões, travesseiros, lençóis e toalhas, de acordo com as instruções no rótulo do produto.

    Website: http://www.scjohnson.com

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