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    Metade dos recrutadores temem por Burnout de profissionais

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    14/4/2022 –

    No Brasil, o transtorno recebeu o código QD85, que faz parte da CID-11; para especialista, meditação e prática de mindfulness no ambiente laboral são alternativas para o problema

    Uma pesquisa recente apontou que 49% dos recrutadores no mercado de trabalho acreditam que os profissionais estão mais propensos a sofrer de Síndrome de Burnout no segundo semestre de 2022. De acordo com a 19ª edição do Índice de Confiança Robert Half, as cargas de trabalho mais pesadas (58%); a falta de equilíbrio entre vida profissional e trabalho (58%); e a maior pressão para a obtenção de resultados (55%) foram as principais razões que os levam a fazer essa afirmação.

    Desde o dia 1º de janeiro, a Síndrome de Burnout passou a ser classificada como doença ocupacional pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Com a atualização, o transtorno entrou para o rol de problemas de saúde que são adquiridos pelos indivíduos em decorrência de fatores de risco inerentes à atividade profissional.

    A medida trouxe mais tranquilidade aos trabalhadores que lidam com o problema no dia a dia, e que agora gozam das mesmas garantias trabalhistas e previdenciárias previstas para as demais doenças que afetam a saúde física e mental. No Brasil, a Síndrome de Burnout recebeu o código QD85, que faz parte da CID-11 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde). 

    Sheila Drumond, psicóloga e diretora do CPPMP (Centro de Psicologia Positiva e Mindfulness do Paraná), chama a atenção para a incidência, cada vez maior, de casos da doença (que também é conhecida como “Síndrome do Esgotamento Profissional”)  na sociedade. “Os casos da Síndrome de Burnout têm aumentado exponencialmente por variados fatores, que inclui uma predisposição individual ao desenvolvimento da doença, quando em contato com fatores ocupacionais e sociais, cada vez mais exigentes”. 

    Segundo Drumond, pessoas muito perfeccionistas, que “dão o sangue” pelos resultados no trabalho e que mantêm contato social intenso, são mais propensas a desenvolverem a síndrome. “Estamos falando de muitas categorias profissionais: professores, policiais, médicos, enfermeiros, servidores públicos, bancários, vendedores, entre outros”.

    De acordo com a psicóloga, antigamente se associava à síndrome de Burnout com um esgotamento emocional intenso e a responsabilidade era atribuída somente ao acometido pela doença. “Um dos fatores mais eminentes para o desenvolvimento da síndrome é a pressão por metas irreais, a quantidade absurda de trabalho e a falta de limite entre vida pessoal e profissional”.

    Anteriormente à inserção da Síndrome de Burnout na classificação internacional de doenças (CID) pela OMS, que aconteceu somente em 2019, era muito difícil o acometido conseguir esse diagnóstico, reporta. “Não obstante, isso levou, possivelmente, a muitos casos de aposentadoria por invalidez, pois a Síndrome de Burnout não é ‘apenas’ um esgotamento: a doença começa com um esgotamento, mas pode levar à perda total da capacidade laboral do sujeito, incluindo até mesmo ideações suicidas”.

    Mindfulness é alternativa para lidar com o transtorno

    Na visão de Drumond, as práticas de meditação e do mindfulness (“atenção plena”, em tradução livre – prática que consiste na prática de se concentrar no presente, deixando de lado preocupações com o passado e o futuro) no ambiente laboral podem ajudar a aplacar a Síndrome de Burnout. “Com mais de quarenta anos de investigação científica, centenas de artigos comprovam os benefícios da prática de mindfulness para ansiedade, estresse, depressão e insônia – e o Burnout envolve sintomas de todas essas áreas”. 

    Segundo a psicóloga e diretora do CPPMP, o ideal é que haja um espaço para a prática de mindfulness em ambiente de trabalho, em pequenas pausas de 5 a 10 minutos, uma a duas vezes ao dia. “Incentivar o autocuidado do colaborador é fundamental, mas rever as estratégias de crescimento de capital, ambiente organizacional e treinar o gerenciamento emocional no trabalho não é menos importante”. 

    Para mais informações, basta acessar: https://mindfulnessparapsicologos.com/

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    RG Digital pode ajudar a diminuir circulação de documentos falsos no Brasil

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    São Paulo, SP 14/4/2022 –

    Um dos objetivos do RG digital é combater documentações fraudulentas e assegurar a identidade única e intransferível de uma pessoa.

    No segundo mês de 2022, a plataforma de vídeos Netflix disponibilizou para seus usuários o documentário intitulado “O golpista do Tinder” e a série documental “Inventando Anna”. As duas produções possuem uma semelhança curiosa: ambas retratam histórias reais de pessoas que aplicavam golpes e utilizavam identidades falsas.

    Após isso, as discussões entre os internautas sobre crimes dessa ordem, como estelionato, falsidade ideológica e roubo deliberado de dados, efervesceram e trouxeram questionamentos sobre como identificar essas fraudes e como se prevenir delas. 

    Ainda em fevereiro deste ano, houve um decreto presidencial que firmou a unificação da Carteira de Identidade Digital como passaporte de identificação, podendo ser utilizado também como CPF, Título de Eleitor e Carteira de Trabalho, e possuindo um único número nacionalmente válido. Antes disso, era possível emitir um RG em cada estado, o que acabava facilitando a fraude de documentos oficiais. O Decreto n.º 10.977 ainda prevê o prazo de adequação dos institutos de identificação à medida até 6 de março de 2023.

    O RG físico possui a desvantagem de ter mecanismos que facilitam sua falsificação, porém, por ser um material impresso, também possui a vantagem de, com adoção de alguns métodos de diferenciação, identificar quando os documentos são fraudulentos. Tendo isso em vista, a criação do RG digital tem como objetivo diminuir fraudes na utilização do RG físico, já que é estimado que há pelo menos 16 milhões de documentos falsos circulando no país. 

    Por isso, o RG digital foi pensado para possuir camadas de segurança 100% biométricas, com reconhecimento facial no momento de acesso e verificação por QR Code. A prática está disponível desde 2021, no entanto, a adesão ainda não está difundida e merece esforços de conscientização da população, é o que diz Gisele Zambrano, Product Owner do Certfy, um produto Vsoft de identidade digital confiado pela Polícia Civil de 4 estados e pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia.

    A PO ainda afirma que “a população precisa ter noção do RG Digital, pois ele representa o futuro, em breve todos deverão tê-lo. Ao utilizar o reconhecimento facial para acessar o documento, podemos impedir operações fraudulentas, já que a identificação da face é única.”

    A adoção da carteira de identidade digital, por enquanto, não afetará a emissão da física. Neste caso, pode-se entender que a união do documento físico junto ao documento digital configura um avanço na segurança dos dados de uma pessoa por formar uma base segura de confirmação de identidade, pois engloba mais meios de comprovação da veracidade do documento de identificação.

    Website: https://www.vsoft.com.br/

    Dados revelam eficiência no tratamento de esclerose múltipla

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    Atibaia, São Paulo 14/4/2022 – O estudo se iniciou no dia 28 de maio de 2018 e sua mais recente atualização publicada foi no dia 16 de março deste ano.

    Na análise feita durante o período de um ano na utilização do Ocrevus no estudo CONSONANCE, foi constatado que 75% dos pacientes com EMPP e EMSP não obtiveram evidências de progressão da doença.

    Resultados de um estudo denominado CONSONANCE foram publicados pela Genentech, empresa de biotecnologia e membro do grupo Roche – farmacêutica e patrocinadora do estudo – os quais revelaram resultados positivos a respeito do medicamento Ocrevus ® (ocrelizumab) no avanço da esclerose múltipla primária progressiva (EMPP) e esclerose múltipla progressiva secundária (EMSP). O objetivo do estudo é avaliar a segurança e eficácia do medicamento, fornecendo-o a 900 pacientes de esclerose múltipla inscritos no teste, o qual tem uma duração total de 4 anos. O estudo se iniciou no dia 28 de maio de 2018 e sua mais recente atualização publicada foi no dia 16 de março deste ano.

    A esclerose múltipla, de acordo com um artigo publicado no Portal Momento Saúde – portal especializado em patologias e doenças raras – é uma doença na qual o sistema imunológico ataca a camada protetora dos neurônios, chamada de mielina, causando inflamação e consequentemente danos, atrapalhando o envio dos comandos do cérebro para o resto do corpo; processo esse chamado de desmielinização, podendo causar vários sintomas, incluindo fraqueza muscular, fadiga, dificuldades na visão, problemas cognitivos e eventualmente levar à incapacidade. Na análise feita durante o período de um ano na utilização do Ocrevus no estudo CONSONANCE, foi constatado que 75% dos pacientes com EMPP e EMSP não obtiveram evidências de progressão da doença, e também que 70% dos pacientes que inicialmente apresentavam disfunção moderada a grave na velocidade de processamento de informações e na memória visuoespacial, demonstraram cognição estável ou melhorada durante o mesmo período de utilização do medicamento.

    Segundo a Genentech, o Ocrevus é a primeira e única terapia aprovada para o tratamento da esclerose múltipla, tratando-se de um anticorpo monoclonal humanizado projetado para atingir as células B CD20-positivas, em que se acredita ser uma das principais contribuintes para o dano da mielina, ponto principal da atividade da EM. No Brasil, o medicamento foi aprovado pela Anvisa no dia 26 de fevereiro de 2018, e em fevereiro de 2021, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu o medicamento no Rol de Procedimentos. Portanto, de acordo com a Lei nº 9.656, o medicamento passou a ter cobertura obrigatória por parte dos planos de saúde. Segundo a Biblioteca Virtual em Saúde, do Ministério da Saúde, estima-se que hoje 2,8 milhões de pessoas em todo o mundo têm EM, e que no Brasil cerca de 40 mil pessoas vivem com a doença.

    “Estamos encorajados pelos baixos níveis de progressão da incapacidade e declínio cognitivo em pacientes tratados com Ocrevus vistos em todo o espectro de EM progressiva pela primeira vez, uma vez que EMPP e EMSP geralmente trazem uma carga substancial de qualidade de vida”, disse Levi Garraway, diretor-médico e chefe de desenvolvimento global de produtos na Roche. No Brasil, o Ocrevus é disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e por farmácias de alto custo.

    Maiores informações a respeito do medicamento Ocrevus: www.fastmedicamentos.com.br

    Website: https://www.fastmedicamentos.com.br/

    Empresas que adotam WFM têm ganho de produtividade, diz especialista

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    13/4/2022 – A empresa tem a garantia de que terá sempre o melhor colaborador alocado em cada atividade, o que aumenta a produtividade

    Dados revelam alto índice de desmotivação entre trabalhadores do país; para especialista, ferramenta de gerenciamento de força de trabalho é opção para aumentar a produtividade

    A nota média de motivação das empresas brasileiras gira em torno de 45, em uma escala que vai de 0 a 100. O resultado está abaixo da média mundial de pontos registrados, de 55, segundo uma pesquisa realizada pela McKinsey. De forma paralela, mais da metade (56%) dos trabalhadores formais estão insatisfeitos com o trabalho, segundo análise do Instituto Locomotiva, com base no comportamento de um contingente de 18,7 milhões de indivíduos.

    A desmotivação acende um sinal de alerta para empresas de diversos setores, uma vez que um profissional desmotivado pode ser 125% menos produtivo do que os colegas que se sentem engajados e inspirados, conforme um balanço da consultoria de gestão Bain & Company.

    Neste cenário, uma ferramenta WFM (Workforce Management ou gerenciamento de força de trabalho), pode ajudar a aumentar a produtividade de um negócio. É o que afirma Camila Vilas Boas, Consultora de Projetos da SISQUAL WFM.

    “Com uma solução de gerenciamento, é possível distribuir os colaboradores de acordo com sua disponibilidade e competências para exercer as demandas do negócio. Com isso, a empresa tem a garantia de que terá sempre o melhor colaborador alocado em cada atividade, o que aumenta a produtividade”, explica.

    Segundo a especialista, há áreas específicas em que uma ferramenta de WFM pode atuar para aumentar a produtividade. A começar pelo controle das competências e a verificação das demandas do negócio, fatores que influenciam no dimensionamento de uma equipe produtiva de forma direta.

    “Também não podemos deixar de citar a importância da inclusão do colaborador no processo de planejamento da sua escala: quando possibilitamos a flexibilidade de folgas dentro de uma competência, permitimos que o profissional se planeje para estar nos seus melhores dias disponíveis para a empresa e entregue as horas e produtividade que o negócio demanda”, acrescenta. 

    WFM evolui e ganha aderência de empresas brasileiras

    Camila Vilas Boas conta que o gerenciamento de força de trabalho evoluiu nos últimos anos no campo da automação, de modo a propiciar maior lucratividade nas empresas. Isso porque muitos processos obsoletos que demoravam dias e, até semanas para serem concluídos, passaram a ser automatizados e melhor gerenciados através de ferramentas de WFM.

    “A principal evolução se dá na mudança estratégica de atividades de colaboradores, que passam a focar e dispensar maior energia em atividades cruciais e mais lucrativas para a empresa do que em atividades secundárias e braçais”, pontua. “Além disso, conseguimos observar que as tomadas de decisões passam a ser muito mais assertivas e ágeis, diminuindo, assim, os impactos na prestação de serviços e perdas de rentabilidade dos mesmos.”

    Para concluir, a consultora de projetos da SISQUAL WFM destaca que, atualmente, o conceito de WFM no Brasil está em evolução: há uma mudança de visão e estratégia das empresas, que estão passando a buscar ferramentas que as auxiliem no melhor dimensionamento das equipes e gerenciamento da força de trabalho.

    “As empresas começam a enxergar a importância que ferramentas de WFM entregam em tecnologia, melhorias processuais e ganhos financeiros ao automatizar e gerenciar informações da força de trabalho”, explica.

    Para mais informações, basta acessar: www.sisqualwfm.com

    Website: http://www.sisqualwfm.com

    Moda “homewear” deve seguir em alta no pós-pandemia

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    13/4/2022 – Trabalhando de forma remota, percebemos a dificuldade de se encontrar opções de pijamas e roupas para ficar em casa, que unissem qualidade, conforto e estilo

    Estudo realizado pelo Google em 2021 indica que 30% dos entrevistados pretendem manter o hábito de usarem roupas mais confortáveis em casa; empresárias falam sobre a tendência de moda que ganhou força durante o período de isolamento social

    O longo período de isolamento social ocasionado pela pandemia de Covid-19, que fez com que a prática do home office e dos cursos à distância ganhassem força no país, também teve impacto na moda e nos hábitos cotidianos da parcela da população brasileira que precisou – e pôde – permanecer mais tempo em casa. Nesse sentido, ganhou força no mercado o chamado estilo “homewear” (“roupa de usar em casa”, em tradução livre), com pijamas, camisolas, roupões, scrunchies e outros acessórios.

    Uma pesquisa realizada pela empresa de publicidade francesa Criteo ainda em abril de 2020, logo no começo da atual crise sanitária, indicou um crescimento de 126% nas vendas de roupas de dormir ou pijamas apenas na segunda semana de abril. Com a alta nas buscas por este tipo de vestimenta, que também inclui também loungewear e sleepwear, ademais, o crescimento do segmento girou em torno de 400% durante o período de isolamento social, conforme análise realizada pelo grupo Hope. 

    Outros indicativos sobre a tendência podem ser aferidos pela pesquisa Google Consumer Surveys, realizada em 2021, que apontou que 18% dos consumidores e das consumidoras de artigos de moda e beleza investem em roupas, acessórios e calçados para ficar em casa e relaxar. Além disso, 30% afirmam que pretendem manter o hábito de usarem roupas mais confortáveis em casa.

    “Com o crescimento do home office e dos cursos e aulas à distância, criou-se uma demanda por roupas para ficar em casa, que unissem conforto e estilo”, afirma a estilista Luzia Faria, que, juntamente com a psicóloga Juliana Arruda, fundou a empresa Ludka Homewear, voltada para este nicho. A moda homewear, explicam as sócias, apresenta peças que permitem à pessoa transitar entre o trabalho, o descanso e um passeio com o cachorro, por exemplo.

    Juliana pontua que tal “tendência de conforto” já havia sido verificada em outras temporadas da moda, antes mesmo da pandemia, com a valorização de roupas mais largas e confortáveis, e “isso só intensificou com o aumento do home office na pandemia”. De fato, de acordo com pesquisa do Google supracitada, na moda, a busca por conforto cresceu cinco vezes mais do que as buscas por tendências.

    Para a sócia Luzia, o homewear deve permanecer no futuro pós-pandemia, visto que “essa tendência de peça mais confortável vem de uma mudança de comportamento dos últimos tempos” que, além da prática do home office, inclui “o retorno ao minimalismo ligado à sustentabilidade, o consumo consciente e os movimentos em prol do meio ambiente”.

    Para mais informações, basta acessar: https://www.ludkahomewear.com.br/

    Website: https://www.ludkahomewear.com.br/

    Ecossistema saudável exige zelar pela adequada utilização dos recursos naturais

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    São Paulo 13/4/2022 – O reconhecimento do papel das florestas como solução indispensável para combater a emergência climática é uma realidade.

    A redução das emissões de CO2 é uma das formas mais eficazes de combater as mudanças climáticas e suas consequências.

    O braço da economia que busca apoiar a regeneração ambiental e social em nossa sociedade, por meio de novos modelos de negócios que, mais do que reduzirem seus impactos negativos, se propõem a gerarem impactos socioambientais positivos, chama-se economia regenerativa.

    Os proprietários e possuidores de imóveis rurais são os maiores interessados em garantir que os imóveis rurais cumpram com a sua função social, o que, nos termos expressos do artigo 186, da Constituição Federal, implica não somente zelar pela adequada utilização dos recursos naturais nela existentes e a preservação do meio ambiente, como também, e isso não se pode esquecer, o seu efetivo aproveitamento, cumprindo com graus de produtividade e eficiência impostos por órgãos fundiários.

    O desmatamento das florestas tropicais já atingiu proporções alarmantes: cerca de 60.000 quilômetros quadrados de florestas tropicais são destruídos anualmente. “Com as reservas de CO2 diminuindo, o aquecimento global avança e as árvores são importantes aliadas, como reservas de CO2 e produtoras de oxigênio”, pontua Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.news).

    De acordo com dados do IBGE, no período de 2002-2011, o desmatamento na Amazônia totalizou 153.563 km², o equivalente a 3% da área da Amazônia Legal. É interessante comparar esse resultado com o período de 1992-2001, onde se verificou um desmatamento ligeiramente maior, totalizando 175.058 km² e uma média de 17.506 km² ao ano. De fato, em 2019, houve um aumento no número de incêndios de 80% se comparado com 2018, no entanto, é apenas 7% maior que a média de incêndio dos últimos dez anos, sendo que não há evidências suficientes que comprovem que este aumento ocorreu na floresta Amazônica.

    O Cerrado não é apenas a savana mais diversa do planeta. Seu território, que se estende por dois milhões de quilômetros quadrados no Brasil, Paraguai e Bolívia, por ser um platô com solos profundos, o bioma alimenta oito das 12 principais bacias hidrográficas do país, irrigando 40% do território nacional. A destruição ambiental no bioma, aliado ao desmatamento da Amazônia, que contribui na regulação das chuvas do centro sul brasileiro, reduzem a vazão de águas para as bacias hidrográficas. “O Cerrado responde por mais de 90% da vazão da Bacia do São Francisco e por quase 50% de toda a vazão da bacia do Rio Paraná, que abastece a hidrelétrica de Itaipu”, relata Vininha F. Carvalho.

    O Cerrado brasileiro perdeu 8.531,44 km² de vegetação nativa entre agosto de 2020 e julho de 2021, de acordo com dados do PRODES Cerrado divulgados nesta sexta-feira (31). Trata-se da maior extensão devastada desde 2016. O crescimento em relação ao período anterior foi de 7,9%, consolidando o aumento na destruição do segundo maior bioma brasileiro, registrado em 2020. Os estados que mais desmataram foram Maranhão (2.281,72 km²), Tocantins (1.710,55 km²), Bahia (925,11 km²) e Goiás (920,45 km²) – além do Goiás na 4ª posição, os demais pertencentes ao Matopiba, a mais recente fronteira agrícola do país, evidenciando a relação entre o avanço da produção de commodities e a destruição ambiental.

    O reconhecimento do papel das florestas como solução indispensável para combater a emergência climática é uma realidade. O desmatamento ilegal e a emissão de gás metano, proveniente principalmente da pecuária, são uma preocupação mundial, mas é preciso pensar em soluções assertivas para que os acordos de zerar a deflorestação e o gás até 2030 não sejam apenas previsões demagógicas.

    Para o advogado e especialista em Direito Ambiental, Rafael Guimarães, o Brasil é o principal país na produção de crédito de carbono no mundo e poder comercializá-lo, principalmente aos europeus, é uma forma precisa de movimentar a economia. Para isso, são necessárias mais ações dos governos e menos encargos e impostos aos produtores que desejam melhorar as suas propriedades. É preciso a união concisa entre consciência ambiental e aquecimento do comércio, caso contrário, as ideias ficarão apenas no papel.

    “O Brasil tem potencial para entrar com força no mercado global, visto que acabar com o desmatamento e promover a restauração de florestas e paisagens são contribuições eficazes. Mas isso só será possível se os governantes encontrarem meios de unir preservação e crescimento da economia”, finaliza Vininha F. Carvalho.

    Website: https://www.revistaecotour.news

    I Squared Capital nomeia um novo sócio do Fundo e um novo consultor sênior de Políticas

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    MIAMI (EUA) 13/4/2022 –

    O Comitê de Gestão da I Squared Capital tem o prazer de anunciar que dois veteranos da indústria estão se unindoànossa equipe global. Damian Darragh será um sócio do Fundo no ISQ Global Infrastructure Equity Funds, que cobre energias renováveis e a transição energética nos EUA e na Europa, elevando para 12 o número total de sócios da I Squared Capital. Tito Vidaurri será consultor sênior de Políticas com foco nas oportunidades de investimento no México e na América Latina de forma mais ampla.

    Sadek Wahba, presidente e sócio-gerente da I Squared Capital, disse: “Este é um momento emocionante na história da I Squared Capital, pois nossa plataforma e equipe continuam crescendo. Estamos realmente empolgados com a chegada de Damian e Tito, enquanto buscamos identificar oportunidades únicas em todas as regiões e setores. O Damian será parte integrante de nossa busca por investimentos em transição energética e o Tito liderará nossa cobertura do México e da América Latina. Eu trabalhei ao lado de ambos por muitos anos e não consigo pensar em pessoas melhores para essas funções”.

    Com mais de 25 anos de experiência na liderança de empresas do lado do fundo e do portfólio, Damian Darragh possui um histórico distinto nos setores de energia, gestão de resíduos e transporte, com foco particular em energias renováveis e transição energética. Ele desenvolveu quatro empresas de energia ao longo de sua carreira: Infinis e Conrad Energy no Reino Unido, RTR na Itália e Everpower nos EUA, com um valor empresarial combinado de mais de US$ 5 bilhões. Esses negócios cresceram até atingir fortes posições no mercado com energia eólica onshore, energia solar fotovoltaica, energia hidrelétrica, gás de aterro, geração de pico e usinas de armazenamento de bateria. Conhecido na I Squared Capital, Damian trabalhou ao lado da equipe nos últimos seis anos, incluindo a aquisição da Viridian (agora conhecida como Energia) e o lançamento da Conrad Energy como uma nova plataforma de infraestrutura para fornecer capacidade de geração crítica, de resposta rápida e altamente flexível para a rede elétrica no Reino Unido.

    A trajetória de Tito Vidaurri se estende por quase 40 anos, começando no Ministério da Fazenda do México, onde, como vice-diretor do departamento de Planejamento Financeiro, esteve envolvido em algumas das negociações da dívida externa do país. Ele ocupou vários cargos de liderança ao longo dos anos, incluindo a direção do banco de investimento do norte da América Latina do Morgan Stanley, presidente do conselho e CEO do Deutsche Bank Mexico e, posteriormente, presidente do conselho e CEO do Bank of America e Merrill Lynch no México. Mais recentemente, ele foi o chefe nacional do México na EIG Global Energy Partners, onde originou várias oportunidades de investimento, incluindo projetos de energia renovável no país. Ele também é membro independente do conselho da Invex Controladora, um grupo financeiro com liderança no México.

    Em nosso décimo aniversário, a I Squared agora tem mais de US$ 34 bilhões em ativos sob gestão. Com esse crescimento vem a necessidade de recursos adicionais em toda a empresa. Nos últimos seis meses, 19 profissionais ingressaram em diversos grupos, incluindo 10 na equipe de investimentos e nove em outras funções. Ao longo de 2022 e mais além, procuramos adicionar recursos significativos, incluindo profissionais de investimento nos EUA, América Latina, Europa e Ásia, bem como as plataformas de Crédito e InfraTech.

    Sobre a I Squared Capital: A I Squared Capital é uma gestora mundial independente de investimentos em infraestrutura global com mais de US$ 34 bilhões em ativos sob gestão com foco em serviços públicos, infraestrutura digital, energia, transporte e infraestrutura social na América do Norte, Europa, América Latina e Ásia. Com sede em Miami, a empresa também possui escritórios em Hong Kong, Londres, Nova Delhi, Singapura e Taipei.

    O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

    Contato:

    I Squared Capital

    Andreas Moon

    Diretor administrativo e diretor de Relações com Investidores

    +1 (786) 693-5739

    [email protected]

    Assessoria de Imprensa: Brunswick Group

    Alex Yankus / Clare Pickett

    +1 (347) 477-7475

    [email protected]

    Fonte: BUSINESS WIRE

    Dori capta R$ 200 milhões com títulos atrelados a metas de ESG

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    São Paulo 13/4/2022 –

    Essa é sua primeira oferta pública de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) com viés sustentável

    A Dori Alimentos, uma das maiores empresas de snacks do Brasil, acaba de levantar R$200 milhões em sua primeira oferta pública de certificados de recebíveis do agronegócio (CRA) Sustainability-linked (SLB) com vencimento em 5 anos. Os coordenadores foram Safra (líder) e UBSBB, a securitizadora é a Opea e a demanda pelos papéis superou em mais de 50% o volume ofertado, o que gerou uma redução no spread em 20 pontos-base de IPCA +6,40% para IPCA +6,20%.

    Ao longo dos últimos anos, a Dori vem realizando diversas ações com viés ambiental, social e de governança, tendo, por exemplo, gerado mais de 200 mil toneladas em crédito de carbono em 11 anos, atingido 87% de sua matriz energética baseada em fontes renováveis e mais de R$3 milhões investidos em projetos sociais nos últimos 3 anos. Ainda assim, a companhia se comprometeu em continuar evoluindo com redução adicional do volume de resíduos destinados para aterro e um processo de redução contínua da pegada hídrica de seu processo produtivo. Esse compromisso recebeu avaliação externa (SPO – Second Party Opinion) pela Resultante e será monitorado por uma auditoria independente.

    “Nossa atuação é, historicamente, orientada pelos princípios ESG, transversais ao nosso processo produtivo e à tomada de decisão. Mesmo antes de nos tornarmos uma empresa de capital aberto, em 2021 aderimos ao Pacto Global da ONU, buscando alinhamento com o plano global de sustentabilidade”, diz Ronald Domingues, Diretor Administrativo Financeiro e de RI.

    Nos últimos anos, a DORI vem entregando resultados consideráveis. Em 2021, a receita bruta da empresa totalizou R$ 1,3 bi, crescimento de 27%, com lucro líquido de R$ 71 milhões, com crescimento, respectivamente, de 27% e 17% em relação ao ano anterior. “Continuamos buscar retornos sustentáveis por meio de escala, gestão eficiente e, principalmente, inovação em snacks saudáveis, tema muito relevante para a empresa, pois engloba aspectos sociais como segurança alimentar, saúde e nutrição” – adiciona Domingues.

    Para aumentar a agilidade no processo de experimentação e inovação a companhia conta com planta-piloto própria, participa da Plataforma Biotecnológica Integrada de Ingredientes Saudáveis (PBIS) que busca desenvolver ingredientes e alimentos saudáveis, além de estabelecer um Comitê de P&D e Inovação, responsável por refletir sobre as diretrizes como saudabilidade, nutrição e saúde do consumidor.

    Os recursos do CRA serão usados para alongar o prazo e reduzir o custo da dívida da companhia.

    Website: https://ri.dori.com.br/

    Itaú capta R$ 1 bilhão em Letras Financeiras Verdes com IFC

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    São Paulo, SP 13/4/2022 –

    O Itaú Unibanco Holding S.A. divulga aos seus acionistas e ao mercado em geral que captou R$ 1 bilhão em Letras Financeiras verdes no mercado local com a International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial.

    COMUNICADO AO MERCADO

    O Itaú Unibanco Holding S.A. divulga aos seus acionistas e ao mercado em geral que captou R$ 1 bilhão em Letras Financeiras verdes no mercado local com a International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial. Trata-se da primeira operação de Letra Financeira verde do Itaú e a primeira vez que o IFC utiliza esse instrumento no Brasil.

    Os recursos serão utilizados para apoiar o financiamento de veículos elétricos, híbridos e multicombustível, visando alavancar a economia de baixo carbono e fomentar o segmento de veículos de baixa emissão de gases de efeito estufa no Brasil.

    A captação reforça o compromisso do Itaú em apoiar a transição climática dos clientes e promover uma economia mais sustentável. De agosto de 2019 a dezembro de 2021, R$ 170 bilhões foram alocados em financiamento para setores de impacto positivo, produtos e operações ESG. A meta é atingir R$ 400 bilhões até 2025.

    No final do ano passado, o Itaú aderiu ao Net-Zero Banking Alliance (NZBA), acordo mundial liderado pela Organização das Nações Unidas (ONU), pelo qual se compromete a reduzir as emissões em 50% até 2030 e se tornar carbono neutro até 2050.

    São Paulo (SP), 13 de abril de 2022.

    RENATO LULIA JACOB

    Diretor de Relações com Investidores e Inteligência de Mercado

    Website: https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores/

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