Início Site Página 94

    Câncer infantil: desafio na pontualidade do diagnóstico

    0

    São Paulo, SP 12/5/2022 – 85% das crianças e adolescentes acometidos pela doença podem ser curados, desde que sejam diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados

    O índice de mortalidade é bastante elevado em situações de estádio avançado, o que reforça a necessidade e o valor da descoberta precoce

    O câncer representa uma importante causa de morte em crianças e adolescentes em todo o mundo. Só no último ano, segundo a  Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a doença é a segunda principal causa de falecimentos de pessoas com 19 anos ou menos na América Latina e Caribe. 

    No Brasil, de acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), é  primeira causa de morte (7% do total) entre pré-escolares e adolescentes – excluídas as mortes secundárias a acidentes e violência – principalmente em situações de estádio avançado, o que reforça a necessidade e o valor do diagnóstico precoce. Aproximadamente, para o ano de 2022, a estimativa do INCA é de 4.310 novos casos para o sexo masculino e de 4.150 para o feminino.

    Os números são alarmantes e a demora na descoberta é fundamental, o que explica a pesquisa canadense Timeliness of diagnosis and treatment: the challenge of childhood cancers (Pontualidade do diagnóstico e tratamento: o desafio dos cânceres infantis) publicada no British Journal Of Cancer. O atraso no diagnóstico e no tratamento podem ser caracterizados como tempo de demora, representando um intervalo que se acredita influenciar na sobrevida e no resultado geral.

    Nas últimas décadas, tem sido feito um trabalho para agilizar o diagnóstico na primeira infância por meio da criação de programas de triagem e de educação. Um deles é o Desafio ITACI Dia do Abraço, do Instituto de Tratamento do Câncer Infantil. Até o dia 22 de maio (Dia do Abraço), algumas personalidades, como Samuel Rosa (cantor), Renan Dal Zotto (vôlei), Carlos Thomazella (futebol), Leandro Lehart (cantor) e Mônica Salgado (jornalista e influencer) participam da ação que objetiva divulgar informações sobre o diagnóstico precoce e arrecadar R$ 200 mil para a compra de medicamentos complementares. 

    “85% das crianças e adolescentes acometidos pela doença podem ser curados, desde que sejam diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados”, afirma Vicente Odone Filho, diretor clínico do ITACI, que explica que os tumores do sistema nervoso simpático, tipicamente representados pelos neuroblastomas, são responsáveis por cerca de 7,8% de todos os cânceres em menores de 15 anos. “A maioria ocorre em crianças abaixo dos três anos, sendo o tumor mais frequentemente encontrado nos primeiros meses de vida.”

    O Metrô de São Paulo e a Via Quatro também se mobilizam para o diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil. “Algumas estações vão apresentar vídeos da campanha, posts em redes sociais e outras ativações, como a distribuição de fitinhas e materiais de conscientização”, comenta Marina Pechlivanis, da Umbigo do Mundo, idealizadora da campanha. 

    Assim como o Shopping Center Norte, que vai chamar a atenção da população para a importância da investigação da doença e da doação, por meio das informações que serão divulgadas em painéis de led e materiais de sinalização interna.

    Não ter medo de procurar ajuda também é fundamental. “Quando a comunidade fica informada dos sintomas, é mais fácil procurar médicos e centros especializados para consultas e exames. Assim, é maior a perspectiva de sobrevivência em crianças e adolescentes”, comenta Douglas Boscato, gerente da Fundação Criança (SP).

    Website: https://www.itaci.org.br/doacao-financeira

    FMI: economia mundial perderá R$ 64,4 trilhões com a pandemia

    0

    12/5/2022 – O caminho a seguir requer equilibrar a construção de resiliência, bem como estar pronto para novas oportunidades empresariais

    A análise sinaliza o perigo do surgimento de novas variantes, com alto potencial de transmissão e letalidade; especialista em economia comenta cenário e traça perspectivas

    Passados pouco mais de dois anos desde que o diretor-geral da OMS (Organização Mundial de Saúde), Tedros Adhanom, anunciou o estado de pandemia de Covid-19, o mundo já perdeu 6,2 milhões de vidas no mundo – 662 mil apenas no Brasil, segundo dados da Our World In Data e JHU CSSE COVID-19 Data.

    Além da perda de vidas humanas, o prejuízo acumulado para a economia mundial devido à crise sanitária será de US$ 13,8 trilhões (R$ 64,4 trilhões) até 2024, conforme estimativa que integra o Panorama da Economia Mundial 2022. O documento anual é coordenado pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) e pelo Banco Mundial e faz parte do estudo “Uma estratégia global para gerenciar os riscos de longo prazo da covid-19”, divulgado na primeira semana de abril.

    O trabalho chama a atenção para a necessidade de mais investimentos nos mecanismos mundiais de combate à pandemia e sinaliza o perigo do surgimento de novas variantes, com potencial de transmissão e letalidade ainda maior. A análise contou com a participação de outras três organizações: Cepi (Coalizão para a Inovação no Preparo para Epidemia), The Global Fund  e a Fundação Wellcome.

    Felicio Sammarco Valarelli, consultor especialista em economia e finanças, destaca que o crescimento global tem apresentado uma melhora gradual conforme a recuperação dos Estados Unidos vem ganhando força, dia após dia. E isso se dá apesar das incertezas trazidas pela guerra na Ucrânia. 

    “Não havia como prever a reação das economias frente ao impacto da Covid-19. Enfim, o que teria de oferta regular e oferta afetada? Por conta disso, as oscilações foram ocorrendo, o que não se observou no real em relação ao dólar, de forma significativa, nos últimos anos”, afirma. “Apesar de fatores internos contribuírem para isso, o maior peso ainda é da pandemia e suas consequências”.

    Com isso, segundo o consultor, o cenário foi se tornando mais previsível com o tempo, e a situação hoje está mais próxima de uma estabilidade. Entretanto, qualquer novidade ligada ao tema, como o surgimento de uma nova variante, reativa temores e favorece o dólar, moeda tradicionalmente usada como “proteção” por investidores.

    “De um lado, temos a taxa de juros, que passa por um dos mais intensos ciclos de alta em meio a uma inflação elevada. Em tese, uma Selic alta atrai mais investimentos estrangeiros, já que o rendimento dos títulos do Tesouro é atrelado a ela, o que aumenta a entrada de dólar e valoriza o real”, explica.

    Na visão de Valarelli, esse cenário vem trazendo uma perspectiva mais otimista para o segundo semestre de 2022. A expectativa de alta de exportação com commodities também favorece o câmbio, já que há mais entrada de dólar. A expectativa de queda da inflação é, ainda, um ponto positivo nesse contexto.

    “Diante do cenário atual, a realidade exige cautela em todos os âmbitos e traz consigo fortes problemáticas socioeconômicas – além de todas as preocupações ligadas à saúde dos indivíduos, com a existência de novas variantes”, reflete.

    Brasil deve encarar caminho de recuperação

    O especialista em economia e finanças observa que os empreendedores e gestores brasileiros já passaram por diversas crises internas e externas. “Os países com economia estável e eficaz conseguem responder em pouco tempo a fatores negativos, mas países com mais fragilidades demoram para se recuperar e voltar ao status anterior à crise”, explica. “O governo e as políticas econômicas implementadas contribuem para influenciar o desempenho econômico, porém depende se as mesmas são utilizadas nas ações mais propícias para aquele momento”.

    Valarelli destaca que, diante de uma crise inédita, não há um “manual pronto”: devem ser utilizadas boas práticas com quem está vivendo o mesmo desafio, que é de escala global. “Isto é algo que deve ser revisto todos os dias, porque as ações são implementadas diariamente, conforme a mudança de cenário, uma vez que, todos os dias, novas decisões tomadas impactarão a vida de milhares de pessoas, a exemplo da atual crise dos combustíveis”.

    Para concluir, o consultor afirma que, só agora, está ficando claro como as implicações da pandemia e da guerra na Europa refletem para o empreendedorismo no Brasil. “Para seguir em frente, não será suficiente esperar que as coisas voltem ‘ao normal’. O caminho a seguir requer equilibrar a construção de resiliência, bem como estar pronto para novas oportunidades empresariais, pois não podemos nos esquecer de que, através do tempo, inúmeros países já transitaram em períodos de crises, longos ou curtos, independentes de natureza ou extensão”.

    INSS libera saque de abono extra a 32 milhões de segurados

    0

    12/5/2022 – Muitos beneficiários já estavam com contas básicas em atraso, como contas de luz e água, sem falar de medicamentos, que muitos não conseguiam comprar

    O 13º salário dos aposentados e pensionistas começou a ser pago no dia 25; especialista comenta medida e expectativa sobre possível antecipação do benefício nos próximos anos

    O 13º salário dos segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), começou a ser pago no dia 25 de abril. Os aposentados e pensionistas que recebem até um salário-mínimo (R$ 1.212), já estão recebendo. Os segurados que ganham acima desse valor, por sua vez, terão direito à primeira parcela a partir dessa primeira semana do mês de maio. A antecipação beneficia mais de 32 milhões de pessoas e deve injetar R$ 56 bilhões na economia do país. Além disso, a segunda parcela também está com data definida para iniciar o pagamento, será no final do mês de maio juntamente com os salários da competência. 

    O pagamento do 13º salário será realizado de forma conjunta com o pagamento do benefício mensal. Assim como no ano passado, o valor será pago em duas parcelas em 2022, sendo que cada pagamento equivale a 50% do benefício. O imposto de renda dos segurados que ganham mais será descontado na segunda parcela.

    João Adolfo de Souza, proprietário da João Financeira – portal de notícias focado em informações para beneficiários do INSS -, avalia de forma positiva a medida tomada pelo governo federal que antecipou o pagamento da primeira parcela do 13º dos aposentados e pensionistas do INSS para o final de abril. 

    “A decisão pode impactar na economia como um todo e na seguridade social dos beneficiários. É uma forma de ajudar os aposentados e pensionistas que, durante a pandemia, não tiveram nenhuma ajuda ou auxílio do governo federal”, observa. “Muitos beneficiários já estavam com contas básicas em atraso, como contas de luz e água, sem falar de medicamentos, que muitos não conseguiam comprar”.

    De acordo com João, a antecipação do pagamento da primeira parcela do 13º também irá ajudar muitas famílias a superar o período de inflação e aumento no custo de alimentos e produtos. Com efeito, o Brasil é o 4° colocado no ranking de maior percepção de inflação pela população, conforme estudo realizado pela Ipsos em 30 países.

    Para 73% dos brasileiros, o custo de vida aumentou no segundo semestre do último ano. Na América Latina, a Argentina encabeça a classificação, com 79%, ao passo que o Japão é o país com a menor taxa de percepção de inflação, com 21%.

    Na Região Metropolitana de São Paulo, o custo de vida teve acréscimo de 10% em 2021, segundo a Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo). Esta foi a maior alta desde 2015, quando o indicador foi de 11,56%.

    Expectativa para próximo anos e 14º salário

    O proprietário da João Financeira afirma que o calendário para os próximos anos segue uma incerteza quanto à volta para as datas convencionais. Tradicionalmente, as duas parcelas do 13º eram pagas em agosto e novembro, respectivamente.

    “A expectativa é que o pagamento do benefício volte à programação normal nos próximos anos. Para 2022, ainda há a possibilidade da liberação de um abono extra, conhecido como 14º salário, que está tramitando no Congresso Nacional”, finaliza.

    Para mais informações, basta acessar: https://www.joaofinanceira.com.br/blog/  ou assistir vídeos sobre o tema no canal do YouTube: https://www.youtube.com/joaofinanceira

    Website: https://www.joaofinanceira.com.br/blog/

    Feira INOVAPLASTIC será realizada em 2023

    0

    São Paulo 12/5/2022 –

    Edição de 2023 carrega em seu DNA a inovação e comprometimento com a economia circular

    A RX (Reed Exhibitions) e a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), parceiras na organização e realização da INOVAPLASTIC – Feira Internacional do Plástico, com apoio do SINDIPLAST, SIRESP e do INP, comunicam o adiamento do evento para março de 2023, na cidade de São Paulo (SP). A mudança de data será fundamental para que os expositores consigam manter o padrão de qualidade da Inovaplastic, programando com a devida antecedência as muitas novidades, atrações e ações de interatividade com o público.

    “Queremos que nossos expositores e visitantes possam se beneficiar ao máximo da participação em nossas feiras, o que, no caso da Inovaplastic, não seria possível em 2022, devido ao impacto da pandemia na cadeia de produção desta indústria. Acreditamos que a cadeia esteja normalizada até o final do primeiro trimestre de 2023, o que irá permitir que os expositores e visitantes da Inovaplastic se beneficiem integralmente dessa plataforma de negócios”, afirma Claudio Della Nina, presidente da RX LATAM.

    A ABIPLAST apoia a decisão da RX. O presidente da associação, José Ricardo Roriz Coelho, lembra que a feira vem sendo realizada nos anos ímpares. Foi assim com a BRASILPLAST e FEIPLASTIC, ao longo de 35 anos de história. “Como 2021 foi um ano excepcionalmente desafiador, por conta dos impactos dos quais já se vislumbra uma recuperação, estamos convictos de que em 2023 teremos uma  grande edição da INOVAPLASTIC, que carrega em seu DNA a inovação e comprometimento com a economia circular”, avalia Roriz.

    “A preparação para a Inovaplastic já está a pleno vapor, estamos trabalhando para mostrar novos modelos de negócios, novos atores da cadeia produtiva, novos materiais e soluções para reciclagem, e para continuar nos consolidando como a feira de inovação da cadeia produtiva dos plásticos”, conclui Roriz.

    O INP e o SIRESP também confirmaram o apoio e a presença na feira, conforme reforça Edison Terra, presidente das duas instituições: “O INP e o SIRESP são parte integrante da feira que representa o ecossistema produtivo do nosso setor. Somos apoiadores institucionais e estaremos presentes, participando ativamente durante a nova data de realização da Inovaplastic”, comenta.

    Esse esforço para a concretização da Inovaplastic em 2023 terá início imediato com a ação de organizadores e expositores preparando atividades para assegurar o engajamento da audiência e gerar conteúdo relevante para o público durante a feira.

    A Inovaplastic tem como principal propósito enaltecer as boas práticas de aplicação do plástico e matérias-primas para o mercado de alta tecnologia e inovação. Desde a década de 1980, promove encontros empresariais estratégicos para fomentar a indústria e soube se adaptar às mudanças comportamentais e socioambientais para garantir consistência nas oportunidades de relacionamento e negócios.

    Website: https://www.feirainovaplastic.com.br/

    Cresce número de empreendedores no Brasil

    0

    Brasil 11/5/2022 – Acredito que novos empreendedores surgem quando enxergam uma oportunidade de inovar e trazer solução para um mercado”, destaca Antônio Silva.

    Empreendedorismo nacional registrou forte avanço nos últimos dois anos

    Em 2021, o Brasil registrou mais de 3,9 milhões de empreendimentos formalizados como micro e pequenas empresas ou microempreendedores individuais (MEIs). Em relação ao ano anterior, que registrou 3,3 milhões de negócios, houve um crescimento de 19,8%, é o que mostraum levantamento realizado pelo Sebrae.

    A crise gerada pela pandemia do novo coronavírus fez com que os brasileiros encontrassem no empreendedorismo uma fonte alternativa de renda. De acordo com um levantamento realizado pela empresa de monitoramento de empreendedorismo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), em parceria com o Sebrae e o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), 52 milhões de brasileiros possuem negócio próprio. Destes, mais de 9 milhões são MEIs. 

    De acordo com o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o empreendedorismo está no sangue do brasileiro e registrou crescimento significativo no último biênio. “Em 2020, ter um negócio virou uma forte motivação para milhões de brasileiros”, afirma Melles. Ele acrescenta que pela primeira vez, conforme pesquisas, abrir o próprio negócio se tornou o maior sonho do brasileiro, “perdendo apenas para o desejo de viajar”, diz.

    Em análise do atual panorama do empreendedorismo nacional, Antônio Silva, empresário que encontrou novos caminhos em empreendimentos digitais na área de educação financeira, afirma que as ideias para um novo negócio podem vir de qualquer lugar. “Acredito que novos empreendedores surgem quando enxergam uma oportunidade de inovar e trazer solução para um mercado que apresenta algum tipo de deficiência, e quando o negócio é assertivo, o empreendedor cresce e gera novos empregos. Isso é ótimo para a economia do nosso país”, comenta Silva.

    Impulsionamento

    O presidente do Sebrae afirma que o Brasil é o país que mais registrou avanço no longo prazo do empreendedorismo. “Com um crescimento bem superior à taxa dos Países Baixos, que ficou em segundo lugar, com uma expansão de 42%”, enfatiza Carlos Melles.

     

    Ranking online de pesca esportiva incentiva atividades ao ar livre

    0

    Campinas – SP 11/5/2022 – A pesca esportiva, como a maioria das atividades ao ar livre, reduz o sedentarismo e auxilia na saúde, aliviando o estresse e proprociona qualidade de vida.

    Instituto de promoção da pesca esportiva como turismo ecológico cria competição online que incentiva a realização de atividades ao ar livre.

    O Instituto Clube da Pesca.org desenvolveu uma competição focada nos usuários das redes sociais. A competição foi lançada com o objetivo de incentivar a pesca esportiva e a preservação ambiental e o resultado foi um alto índice de adesão.

    A ideia da competição organizada online denominada de Ranking Nacional da Traíra provocou um verdadeiro “movimento” em pessoas que não tinham hábitos de sair da rotina digital. Incentivadas pelo espírito de competição ou até mesmo pela premiação dada em brindes aos primeiros colocados, pais, filhos e famílias inteiras se viram na beira de um corpo d´água tentando capturar um dos peixes mais famoso do Brasil.

    Divulgada na rede social do Instituto Clube da Pesca.org, que conta com mais de 250 mil seguidores no Instagram, a competição foi potencializada pela explosão do consumo de internet ocasionado pela pandemia.

    “Outro fator que potencializou o alcance do Ranking Nacional da Traíra foi a facilidade de realizar a inscrição, que é feita de forma online, sendo a régua de medição do peixe enviada para todo o território nacional. A escolha da espécie Traíra, conhecida e presente em todo país, também colaborou com a adesão surpreendente”, relata o Dr. Thiago H. Fantini, presidente e fundador do instituto.

    Dentre as regras para homologação da captura está o criterioso vídeo da medição e soltura do espécime, além da postagem na própria rede social do competidor. Dessa forma é possível a conferência das regras e visualização da captura homologada por todos os interessados. A competição não só incentiva a prática de uma atividade ao ar livre como também transmite a importante mensagem de conscientização, que é a obrigatoriedade de soltura do peixe.

    O Pesque-e-solte é uma modalidade crescente no Brasil, pais de maior malha hidrográfica do mundo e já aparece em diversas pesquisas e artigos científicos. O Centro Especializado em pesca do Ibama, com apoio do Programa Nacional de Desenvolvimento da Pesca Amadora (PNDPA) e do Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros Continentais (CEPTA), realizaram pesquisas sobre a prática do “pesque-e-solte”, a fim de determinar como são afetados física e fisiologicamente os peixes capturados e devolvidos à natureza.

    No estudo mais importante relativo ao assunto, intitulado “Sobrevivência de peixes capturados na modalidade pesque-e-solte em viveiros de pesca”, os resultados obtidos comprovaram que os peixes capturados, mesmo sujeitos a predações e feridas durante a “briga”, tiveram um índice de sobrevivência de 90%. O estudo foi tão complexo que foram observados desde peixes que sofreram apenas o ferimento provocado pelo anzol até peixes que sofreram mordidas de predadores como as piranhas, lesões oculares e lacerações. O resultado da pesquisa foi tão otimista para a prática esportiva que o estudo serviu de base para o livro lançado pelo Ibama, “Pesque-e-Solte: Informações Gerais e Procedimentos Práticos”.

    Uma vez que os dados científicos rebateram as poucas correntes contrárias à prática, a atividade primária e subsistente conhecida como pesca passou a ser vista como um esporte, que além de movimentar a economia atrelada ao turismo, incentiva a preservação ambiental, a manutenção dos estoques pesqueiros.

    A pesca vista como esporte favorece também o desenvolvimento sustentável, visto que as práticas ao ar livre além de trazerem benefícios aos praticantes, proporcionam maior preservação ambiental nos locais onde a atividade acontece, uma vez que aquele meio é essencial para a manutenção da atividade.

     

    Website: https://www.instagram.com/clubedapesca_org/

    Medicina: ranking mostra cursos mais caros e mais baratos

    0

    Aracaju- Sergipe 11/5/2022 – Atualmente a média de custos com mensalidade chega em torno de 10 mil reais.

    O curso de medicina é um dos mais caros do Brasil, investimentos na formação dos docentes, tecnologia, e infraestrutura são alguns fatores que explicam o alto custo.

    Quais são e onde estão as faculdades de Medicina privadas mais caras e as mais baratas do país? Um levantamento feito pelo portal Melhores Escolas Médicas mostra que, das cinco instituições com mensalidades mais elevadas, quatro estão na região Sudeste. Já os cinco cursos com as mensalidades mais baixas estão distribuídos no Nordeste, Norte, Sul e Centro-Oeste (dois destes no estado de Santa Catarina-SC).

    O levantamento feito com base nos processos seletivos ofertados pelas instituições privadas no primeiro semestre deste ano mostra que os preços das mensalidades variam de R$ 3.754,81 na Universidade De Gurupi (UnirG), do Tocantins, a R$ 12.850 na Faculdade São Leopoldo Mandic (Campinas-SP). O valor médio é de R$ 10 mil. Confira o ranking abaixo.

    Ranking 5 faculdades mais caras

    FACULDADE

    MENSALIDADE

    REGIÃO

    São Leopoldo Mandic

    R$12.850,00

    Campinas/SP

    Universidade Do Grande Rio

    R$12.193,00

    Duque de Caxias/ RJ

    Centro Universitário Uniftc Salvador

    R$11.611,00

    Salvador/BA

    Universidade Do Grande Rio

    R$11.950,00

    Rio de Janeiro/ RJ

    Universidade São Francisco

    R$10.877,62

    Bragança/SP

    Ranking 5 faculdades mais baratas

    FACULDADE

    MENSALIDADE

    REGIÃO

    Universidade De Gurupi – UnirG

    R$ 3.754,81

    Gurupi/TO

    Universidade De Rio Verde – FESURV

    R$ 4.427,00

    Rio verde/GO

    Escola Baiana De Medicina E Saúde Pública – EBMSP

    R$ 5.390,00

    Salvador/BA

    Universidade Do Planalto Catarinense – UNIPLAC  

    R$ 5.410,08

     

    Lages/SC

    Universidade Do Oeste De Santa Catarina – UNOESC

    R$ 5.703.88

     

    Joaçaba/SC

    Fonte: Ranking Melhores Escolas Médicas 2022.1

    O investimento em Medicina é o mais alto dentre os cursos de graduação e os recursos financeiros que precisam ser disponibilizados na formação vão além das mensalidades da faculdade, que dura seis anos. Contudo, as perspectivas de retorno financeiro após a formação são boas. Por isso, antes de classificar uma faculdade de Medicina como ‘cara’ ou ‘barata’, é preciso levar em consideração os recursos físicos e humanos que ela disponibiliza para tornar a formação um processo alinhado às melhores práticas internacionais, correspondente aos requisitos estabelecidos pelo Ministério da Educação e outros órgãos de regulação.

    “É importante ressaltar que o valor mais elevado da graduação de Medicina ocorre porque as instituições de ensino precisam de uma estrutura complexa para garantir a qualidade da formação dos alunos e o acesso pleno aos recursos técnicos e didáticos mais avançados da área”, afirma o médico e diretor dos cursos de Medicina do Instituto de Educação Médica (Idomed), Silvio Peçanha.

    Seja em laboratórios anatômicos, multidisciplinares, microscopia, entre outros recursos, a formação em Medicina não se faz somente de forma teórica. Em média, 60% do curso é focado em aulas práticas. “Além dos laboratórios, existem os hospitais-escola, outro fator para o ticket médio da mensalidade de Medicina ser tão caro. Geralmente as escolas públicas de Medicina possuem seu próprio hospital-escola, mas privadas precisam fazer convênios com hospitais particulares, o que gera custos para a instituição de ensino”, pondera Silvio.

    Segundo o médico e gestor educacional, para escolher onde estudar, o candidato ao curso de Medicina deve avaliar três pontos importantes: as oportunidades que a instituição promove para inserção do aluno em atividades práticas desde o primeiro período até o final do curso; o investimento em tecnologia, laboratórios e infraestrutura; e a qualidade do corpo docente. “Os professores não podem ser apenas bons médicos, eles precisam desenvolver habilidades docentes ou de preceptores. Isso também demanda investimento da faculdade nesses profissionais”, diz Peçanha.

    Website: http://www.melhoresescolasmedicas.com

    Mudanças climáticas comprometerão a capacidade de produzir alimentos

    0

    São Paulo 10/5/2022 – ONGs nacionais e internacionais defendem a mudança para um prato sem produtos de origem animal como forma de tornar o sistema alimentar mais sustentável.

    A agricultura sustentável e com baixas emissões de gases do efeito estufa beneficiará a sociedade.

    A partir de meados do século XX, a análise econômica passou a considerar a finitude dos recursos naturais e a questionar a capacidade de resiliência dos ecossistemas em manter as taxas de expansão dos processos produtivos.

    “A degradação do meio ambiente é um assunto que não sai de pauta nos últimos anos. Falar nesse assunto se torna muito importante, já que o homem cada dia mais degrada o meio ambiente de várias formas”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.news).

    Estudo recente da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura demonstra que cerca de 33% das áreas agrícolas do mundo apresentam algum grau de degradação. Por isso, diversas pesquisas são realizadas para promover técnicas que melhorem o uso do solo.

    De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em 2050, haverá 9,8 bilhões de pessoas no mundo. Para alimentar essa população, a produção de alimentos terá que aumentar em 70%. O Brasil se tornará o principal fornecedor para responder ao aumento da demanda global, declarou Alan Bojanic, representante da FAO.

    “Desde o início da pandemia, populações de diversos países têm enfrentado desafios de diferentes graus, com um impacto mais profundo para as que vivem em comunidades carentes e de baixa renda”, pontua Vininha F. Carvalho.

    O relatório da Visão Mundial, ONG humanitária de proteção da infância e da adolescência, mostra como as mudanças climáticas afetarão a produção de alimentos e o acesso das pessoas a nutrientes. De acordo com o estudo, o número de pessoas que enfrentam crises de fome aumentou de forma constante nos últimos cinco anos pela primeira vez em décadas. Se a mesma trajetória dos últimos for mantida, a entidade prevê que mais de 300 milhões de pessoas enfrentarão a insegurança alimentar até 2030.

    Uma pesquisa da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), divulgada em outubro de 2021, revelou que cerca de 19 milhões de brasileiros estão passando fome.

    O número se torna mais alarmante quando comparado à quantidade de comida que cada brasileiro joga no lixo todos os anos, cerca de 60 kg, segundo estudo publicado no Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Considerando que cada pessoa adulta se alimenta, anualmente, de 1 tonelada de comida e bebida, o que vai para a lixeira poderia alimentar 12 milhões de pessoas em um ano.

    ONGs nacionais e internacionais defendem a mudança para um prato sem produtos de origem animal como forma de tornar o sistema alimentar mais sustentável.

    “Conduzir as cadeias de produção de alimentos de forma sustentável e realizar escolhas alimentares mais saudáveis e comprometidas com o meio ambiente permitirão a transformação dos sistemas alimentares atuais em sistemas mais eficientes que utilizem menos recursos naturais, produzindo mais calorias e nutrientes que garantirão a segurança alimentar e o controle da emissão dos gases de efeito estufa”, finaliza Vininha F. Carvalho.

    Website: https://www.revistaecotour.news

    Distúrbios do sono agravam doenças cardíacas, diabetes, obesidade e depressão

    0

    São Paulo, SP 10/5/2022 – 32,9% da população brasileira apresenta apneia obstrutiva do sono e 27,2% dorme menos de 6 horas por noite

    Cerca de 33% da população brasileira apresenta apneia obstrutiva do sono e mais de 27% dorme menos de 6 horas por noite

    Alguns dos principais especialistas em sono e doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) do país se reuniram na última sexta-feira, dia 6 de maio, a fim de alertar e propor medidas para o diagnóstico e tratamento de distúrbios do sono. Segundo o Dr. Mark Barone, coordenador geral do FórumDCNTs, entidade que sediou o encontro, “a associação entre distúrbios do sono e DCNTs não pode continuar sendo ignorada”. Durante sua apresentação, o Dr. Barone enfatizou que, no passado, essa associação era vista apenas como unidirecional, com a obesidade causando apneia obstrutiva e outras doenças crônicas. Segundo ele, nas últimas décadas se verificou que a associação com distúrbios do sono é muito mais complexa, podendo acontecer com diabetes, hipertensão, entre outras DCNTs e depressão, com conexões que muitas vezes não dependem da presença de obesidade.

    De acordo com os dados apresentados, 32,9% da população brasileira apresenta apneia obstrutiva do sono e 27,2% dorme menos de 6 horas por noite. Em relação a pessoas com diabetes, a prevalência de apneia pode chegar de 36% a até 86%, quando associada também à obesidade. Se não tratados, os distúrbios do sono levam a alterações fisiológicas semelhantes ao estresse crônico, podendo causar elevação de pressão arterial, da glicemia, ganho de peso, alterações na regulação do apetite e do humor e, com isso, o desenvolvimento ou agravamento de DCNTs, como a obesidade, a depressão e as doenças cardiovasculares. Enquanto parte desses distúrbios pode ser tratada a partir de mudanças de hábito e higiene do sono, quando não tratados, seus custos para a sociedade podem chegar à ordem das centenas de milhões de dólares.

    Durante o evento, o Dr. Luciano Drager, presidente da Associação Brasileira do Sono (ABS), compartilhou resultados do projeto em curso HERMES, do qual participam 36 centros de sono no país. Entre os aspectos apresentados, chamam a atenção a distribuição desigual desses centros, em número muito maior nas regiões Sul e Sudeste, e a informação de que o tempo de espera para a realização de um exame do sono pode chegar a mais de 30 meses. De acordo com o Dr. Drager, “há um grande gargalo tanto na oferta quanto no tratamento da DCNT mais prevalente no país, a apneia obstrutiva do sono”.

    Como estratégia para lidar com esse desafio, a Dra. Marislene Nunes, coordenadora da Atenção Primária do município de Araguari-MG, apresentou um projeto que acabou com a espera por tratamento de apneia obstrutiva no município. Segundo ela, antes não se perguntava sobre o sono das pessoas na Atenção Primária e aqueles que recebiam diagnóstico de apneia esperavam até 12 anos sem tratamento. Ela complementa, “hoje a Atenção Primária em Araguari está muito mais resolutiva, identificando e diagnosticando distúrbios do sono, e dando acesso ao tratamento após 5 a 30 dias do diagnóstico”. Segundo o Prof. Geraldo Lorenzi-Filho, chefe do Laboratório do Sono do InCor-USP, experiências como a de Araguari devem ser replicadas em outros municípios para que se possa avançar efetivamente no diagnóstico e tratamento de distúrbios do sono e, aos poucos, observarmos os reflexos sobre melhor qualidade de vida e controle das DCNTs no Brasil. De acordo com ele, é fundamental que o nível primário de atenção à saúde esteja preparado para um desafio de tamanha prevalência. Ele completou que “existem equipamentos portáteis validados, para se fazer o diagnóstico, assim como aparelhos com ajuste automático para o tratamento da apneia”.

    Mais informações sobre o assunto estão disponíveis em www.ForumDCNTs.org  

    Website: http://www.ForumDCNTs.org

    Não copie, compartilhe!

    VirouPauta.com