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    Inteligência Artificial é vantagens para anonimização de dados

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    São Paulo 25/4/2022 – Isso tem a ver não só com a qualidade, mas com o tempo que leva para anonimizar

    Imprescindível para a proteção de dados, ação deve vir acompanhada de tecnologia de ponta para ser vantajosa

    A anonimização é recurso cada vez mais procurado para a proteção de dados, garantem os especialistas no assunto, que também afirmam não ser de conhecimento público ferramentas que auxiliam nesta importante ação utilizando inteligência artificial e machine learning.

    Com a implementação da Lei de Proteção de Dados – LGPD, empresas correm para organizar seu processo de proteção de dados mas sem saber como a anonimização pode ajudar. Exemplificando, diversas companhias e organizações ainda utilizam pessoas para realizar este serviço de forma “braçal”, manual, ou usam ferramentas de baixa tecnologia, o que representa grande desperdício de tempo e dinheiro.

    “A plataforma europeia que chega ao Brasil é capaz de anonimizar – além de traduzir automaticamente grande número de documentos rapidamente com resultados semelhantes aos de um ser humano, pois utiliza inteligência artificial e aprendizado de máquina. Para se ter uma ideia em números, 100 folhas de um documento podem ser anonimizadas em menos de cinco minutos com mais de 90% de precisão”, diz Manuel Herranz, CEO da PANGEANIC, responsável pela plataforma.

    Outro ponto importante a destacar é a diferença entre criptografia de dados e anonimização, que não são mutuamente exclusivas, mas sim complementares. A criptografia de dados é entendida como o processo de codificação de mensagens ou arquivos. Ao criptografar um contrato, por exemplo, ninguém terá acesso ao conteúdo, ou seja, ele ficará protegido, mas não estará disponível para compartilhamento.

    A anonimização, por outro lado, refere-se ao processo de exclusão ou vinculação de pessoas para que não possam ser identificadas, mantendo assim as informações pessoais privadas ou confidenciais. Dados como nome, endereço, telefone, número do documento, por exemplo, não serão incluídos ou serão criptografados, o que significa que não haverá acesso. Neste caso, o documento está protegido por ser visível e pode ser partilhado por qualquer pessoa dentro e fora da sua organização, cumprindo assim os requisitos das leis de proteção de dados.

    Segundo Herranz, os custos de implementação da plataforma costumam ser inferiores aos de um colaborador (humano). “Isso tem a ver não só com a qualidade, mas com o tempo que leva para anonimizar. Sendo automático, o mesmo trabalho é feito mais rápido e, consequentemente, os custos de contratação de um serviço como esse são reduzidos”, afirma.

    “Em segurança, sabemos da importância dos dados de nossos clientes e a responsabilidade que eles têm sobre eles, ainda mais pela LGPD. É por isso que a plataforma PANGEA MASKER é personalizável às necessidades das empresas e não armazenamos nenhum dado. Todas as informações permanecem nos servidores que o cliente indica. Como exemplo, ao implementar a ferramenta em um hospital, não precisamos acessar seus servidores privados. Tudo foi pensado para manter a informação segura e confidencial”, conclui Manuel Herranz.

    A plataforma já está no Brasil por meio da consultoria TEAM Business Group.

    Para mais detalhes sobre a plataforma e/ou para testar como ela funciona: https://languagetechnology.pangeanic.com/anonymization/

    Website: https://teambusinessgroup.com/

    Empresas inadimplentes têm até o dia 29 para pedir parcelamento de dívidas

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    São Paulo, SP 25/4/2022 – Cada regime tributário possui uma legislação própria que define todos os procedimentos a serem seguidos a fim de definir um enquadramento mais adequado.

    Micro e pequenas empresas, ou aquelas optantes pelo Simples Nacional, têm poucos dias para aderir ao Programa de Reescalonamento de Débitos do Simples Nacionall (Relp). Somente em 2021, segundo a Receita Federal, foram notificadas mais de 400 mil empresas inadimplentes. Segundo especialista, fazer um planejamento tributário ajuda as organizações a se programarem para pagar impostos e não terem problema com o Fisco.

    Micro e pequenas empresas optantes pelo regime conhecido como Simples Nacional e que estejam inadimplentes com a Receita Federal têm até o dia 29 deste mês para aderirem ao Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos (Relp). As regras para participação no programa, que permite o parcelamento das dívidas, foi publicado no Diário Oficial no último dia 22 de março.

    De acordo com a Receita Federal, somente em 2021, foram notificadas o total de 440.480 maiores empresas devedoras do Simples Nacional. Juntas, essas empresas devem o total de R$ 35 bilhões. O programa de parcelamento das dívidas foi aprovado ano passado pelo Congresso Nacional, mas vetado pela Presidência da República. Neste ano, o Congresso derrubou o veto presidencial e o parcelamento das dívidas é uma realidade para quem regularizar a situação fiscal.

    Empresas que não regularizarem seus débitos correm o risco de serem excluídas do Simples Nacional, tendo que optar pelo Lucro Presumido ou Lucro Real como regime de apuração para o ano calendário que poderá ser mais oneroso. Para evitar essa situação, as empresas podem elaborar um planejamento tributário, como forma de evitar imprevistos – como queda de receita e aumento não programado de custos – e assegurar sua adimplência perante a Receita Federal.

    A contadora Micheli de Jesus Oliveira, especialista em Auditoria e Perícia Contábil, explica que o planejamento tributário é imprescindível para empresas que buscam escalabilidade e, consequentemente, crescimento. “Uma análise tributária projetada de acordo com as particularidades de uma empresa, permite avaliar o preço dos serviços prestados e o lucro obtido pelas atividades, gerando impacto direto sobre o empreendimento. Além do mais, com o controle dos impostos e redução do mesmo de forma legal, é possível ainda projetar o crescimento da empresa e de novos investimentos”, explica.

    A especialista lembra que como a legislação não permite mudança do regime tributário dentro de um mesmo exercício, a opção antecipada pelo regime menos oneroso faz parte das ações de empresas que se planejam. “Cada regime tributário possui uma legislação própria que define todos os procedimentos a serem seguidos a fim de definir um enquadramento mais adequado. De acordo com o regime definido, a arrecadação de impostos pode ser realizada mensalmente, trimestralmente ou anualmente, gerando impacto direto sobre o fluxo de caixa da empresa”, diz.

    Micheli Oliveira ressalta que não importa o regime de arrecadação tributária escolhido, o importante é a empresa ter o controle mensal das receitas registradas no período para apurar o cálculo correto e cumprir com o calendário de arrecadação dos tributos. “É importante buscar uma avaliação de um contador tributarista, que possa auxiliar o empresário no controle e planejamento tributário. Fazer esse planejamento não é tarefa fácil, afinal, é preciso estar atento a cada detalhe que envolve as finanças da empresa, bem como às legislações e tributos que o negócio precisa arcar”, aconselha.

    Empresas que aderirem ao Relp podem dividir débitos em até 180 vezes

    Segundo o que foi definido pelo Congresso Nacional, as empresas que aderem ao Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp), poderão ter descontos da dívida de acordo com o faturamento, conforme definido em tabela. Após os descontos e do pagamento de uma entrada, o saldo restante poderá ser parcelado em até 180 meses. Em caso de dívidas com a Previdência Social, o parcelamento é de 60 meses.

    De acordo com a Agência Câmara, as primeiras 12 parcelas deverão corresponder a 0,4% da dívida consolidada; da 13ª à 24ª, a soma total deve ser igual a 0,5% dessa dívida; o total da 25ª à 36ª parcela deverá somar 0,6% da dívida; e a soma da 37ª parcela em diante será o que sobrar dividido pelo número de prestações restantes. Cada parcela terá um valor mínimo de R$ 300, exceto no caso do MEI, que poderá pagar R$ 50 ao mês. A correção será pela taxa Selic, incidente do mês seguinte ao da consolidação da dívida até o mês anterior ao do pagamento, mais 1% no mês em que houver a quitação da parcela.

    Após a adesão, durante 188 meses, o contribuinte não poderá participar de outras modalidades de parcelamento ou programa de recuperação de dívidas. Aqueles que não pagarem três parcelas consecutivas ou seis alternadas, ou não pagarem a última parcela, poderão ser excluídos do programa. Casos em que for constatado o esvaziamento patrimonial para fraudar o cumprimento do parcelamento ou o não pagamento de tributos que venham a vencer após a adesão ao Relp ou, ainda, o não cumprimento de obrigações com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), também são passíveis de exclusão do programa.

    Instituto de Câncer de Brasília celebra aniversário da capital

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    25/4/2022 –

    Especializado no atendimento oncológico, o ICB cuida e acolhe a população há 13 anos e se consagra também pela expertise na assistência integral, por intermédio do corpo clínico composto por mais de 20 especialidades

    Nos mais de 13 anos de cuidado e acolhimento aos brasilienses, o Instituto de Câncer de Brasília (ICB) já realizou mais de 260 mil consultas na Capital Federal. Especializado no atendimento oncológico, atua promovendo assistência integral, por intermédio do corpo clínico composto por mais de 20 especialidades. Assim como a cidade, erguida no meio do cerrado a partir do empenho de pioneiros que vieram de todos os cantos do Brasil, o Instituto candango é moldado diariamente pela equipe que trabalha com a missão de possibilitar a qualidade de vida dos pacientes e familiares, a partir de intervenções resolutivas e sustentáveis.

    “Celebramos o aniversário de Brasília com orgulho e alegria de ser brasiliense, comprometidos em fazer a diferença na cidade. E fazemos isso através do atendimento global, acompanhando de perto todas as etapas de um tratamento, desde o diagnóstico até a conclusão. Com um panorama completo da saúde do paciente, preparamos atendimentos personalizados, a partir de um olhar integral, diagnósticos precisos e intervenções humanizadas. O ICB foi criado com o objetivo de cuidar, porque acreditamos no cuidado como principal caminho para tratar qualquer doença”, afirma Gustavo Gouveia, Diretor Médico do ICB .

    Iolanda Kazumi Yamamoto é paciente do Instituto de Câncer de Brasília desde 2015 e defende: “a palavra é acolher. Desde o diagnóstico da doença, passando por todo o tratamento e alcançando o acompanhamento posterior, eu me senti segura dentro do ICB. E esse suporte transcende os atendimentos, pois todos os colaboradores do Instituto nos abraçam diariamente. Médicos, enfermeiros, recepcionistas, atendentes, entre outros, o cuidado conosco, pacientes, é notável em todos os procedimentos realizados no ICB. O meu sentimento é gratidão”, compartilha.

    Da mesma maneira que Brasília, cidade que figura entre as primeiras posições do ranking de qualidade de vida no país ao prezar pelo bem estar da população, a equipe ICB está atenta a todas as necessidades dos brasilienses, promovendo conforto, tranquilidade e proteção aos pacientes e familiares, desde o primeiro contato. “Nós não somente tratamos de doenças, nós cuidamos de pessoas e conectamos vidas. Nosso atendimento disponibiliza suporte integral, com o desejo de ajudar cada um a enfrentar momentos de fragilidade. Todos os nossos colaboradores contribuem para que sigamos atendendo com qualidade e transmitindo confiança em todas as suas relações”, explica Michelle Kaline, Diretora Executiva.

    Cuidado e acolhimento multiprofissional

    Com o corpo clínico composto por mais de 20 especialidades, além da oncologia que conta, inclusive, com cirurgiões oncológicos, o ICB promove assistência multiprofissional. “Também realizamos os principais exames e biópsias voltados para a detecção precoce e possuímos um centro de infusão para aplicação de quimioterapia e outros medicamentos, onde já foram realizadas mais de 70 mil infusões”, pontua o Diretor Médico.

    A equipe médica é diversificada, com especialistas em: Oncologia Clínica, Hematologia, Mastologia, Cirurgia Oncológica, Cirurgia Torácica, Genética Médica, Cirurgia Cabeça e Pescoço, Infectologia, Reumatologia, Cirurgia Plástica Reparadora, Geriatria, Ginecologia, Nutrição Oncológica, Proctologia, Psico-oncologia e Urologia. “Nossos especialistas estão prontos para atender com o que há de mais moderno e efetivo no tratamento oncológico. Oferecemos em nosso serviço o protocolo internacional de oncologia, com infraestrutura de excelência e atendimento ágil. Tudo isso alinhado à sustentabilidade para todos os envolvidos”, defende Gustavo.

    As harmonizações perfeitas para cada tipo de vinho

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    25/4/2022 –

    Wine To You preparou três dicas para iniciantes sobre harmonização com vinhos tintos, brancos e rosés

    Conquistando cada vez mais a preferência dos brasileiros nos últimos tempos, os vinhos possuem uma vasta diversidade de sabores e combinações.  Em harmonização com as refeições, a bebida pode proporcionar uma experiência gastronômica única, aprimorando a degustação dos alimentos e do próprio vinho.

    Saber a harmonização ideal para cada tipo de vinho pode ser um grande desafio para quem está adentrando neste novo universo. Pensando nisso, a Wine To You, importadora de vinhos que tem o objetivo de atender todos os tipos de públicos, selecionou três dicas especiais para auxiliar os novos apreciadores dos aromas e sabores desta deliciosa bebida. 

    Harmonização com vinhos tintos 

    Populares por estar entre as opções mais consumidas, os vinhos tintos são elaborados, em sua maioria, com uvas de coloração roxas e avermelhadas, sendo mais encorpados e com presença de taninos. Uma opção para quem quer começar a treinar seu paladar para as harmonizações é o Rosso Toscano Igt IL Mio Galgo. Produzido na região da Toscana, na Itália, possui a combinação das uvas Sangiovese, Canaiolo e Colorino, sendo uma opção para ser consumido com carnes vermelhas e queijos maduros. 

    Harmonização com vinhos brancos 

    Leves e refrescantes, os vinhos brancos são produzidos a partir de uvas brancas ou sem cascas e possuem o teor alcoólico um pouco menor que as demais opções. Uma opção de vinho branco é o Cuvee Charlemagne Premium Blanc. Com visual dourado brilhante, a bebida possui aroma de laranja, limão e flores brancas. Seu paladar frutado com nota de limão harmoniza com linguado ao molho, camarões, petiscos e queijos. Com a autenticidade de ser 100% francês, possui 12,5% de teor alcoólico, o que o caracteriza a ser Categoria Premium.

    Harmonização com vinhos rosés

    O vinho rosé é um intermediário entre os vinhos brancos e tintos. Mesmo com sabor leve, possui muita presença por ser geralmente produzido com uvas escuras, ainda que seja possível a fabricação com uvas brancas e tintas. O Rosé Piscine é o vinho rosé francês mais vendido no Brasil, produzido na região Sud Ouest da França, com aroma frutado, toques de pêssego branco e notas florais de rosa. Na harmonização, é ideal para ser degustado com aperitivos, frutos do mar, sushi, quiches, canapés e saladas.

    Website: https://winetoyou.com.br

    Limpeza industrial influencia na saúde do consumidor final

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    São Paulo – SP 25/4/2022 – A limpeza industrial é importante para a saúde dos colaboradores, a conservação de equipamentos, e para o cuidado dos produtos que a indústria fabrica.

    As indústrias são locais onde são fabricados diversos tipos de produtos para fins comerciais, assim, para que os equipamentos tenham uma maior durabilidade, os produtos não sejam danificados e a saúde dos colaboradores não seja comprometida, a limpeza industrial ajuda muito.

    Independente da indústria, a limpeza industrial ajuda a prolongar a vida útil dos equipamentos utilizados para fabricar os produtos, elimina germes e bactérias do ambiente evitando que os trabalhadores contraiam doenças, e protege os produtos para que não haja nenhuma danificação e cheguem sem nenhum risco para o consumidor final, além de passar mais confiança para investidores e consumidores dos produtos, demonstrando organização e qualidade.

    “Nas indústrias em geral, a limpeza industrial é importante para a saúde dos colaboradores, a conservação de equipamentos, e para o cuidado dos produtos que a indústria fabrica.” diz o presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo (SEAC-SP), Rui Monteiro.

    Existem diversos tipos de indústrias, mas segundo a ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos), a indústria brasileira de alimentos e bebidas é a maior do País. Ela representa 10,6% do PIB brasileiro e gera 1,72 milhão de empregos formais e diretos. O Brasil é o segundo maior exportador de alimentos industrializados do mundo, levando seus alimentos para 190 países. Segundo Monteiro, “por ser a maior indústria do país e principalmente de alimentos e bebidas, é de extrema importância a realização de uma limpeza eficaz, e de preferência realizada por uma equipe especializada, pois se a higienização não for bem executada, pode acontecer de algum alimento ser contaminado e até, ser prejudicial à saúde do consumidor final.”.

    Importância dos EPI’s nas indústrias

    Para a proteção da equipe de limpeza, a utilização dos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual) é muito importante. Os EPI’s são utilizados pelos colaboradores para evitar acidentes de trabalho e proteger a integridade física durante o serviço.

    Segundo o Ministério Público do Trabalho, em 2020 ocorreram cerca de 446.881 número de notificações de acidentes de trabalho e 1.866 óbitos, sendo o menor número de óbitos desde 2002. Isso mostra o quão importante é a utilização de EPI’s para a segurança dos colaboradores.

    Benefícios da contratação de uma empresa de limpeza 

    Ao contratar uma empresa de limpeza, é evidente que se trata da contratação de uma equipe de profissionais, já que as empresas de limpeza terceirizadas investem nos treinamentos, na capacitação e atualização dos colaboradores, assim sempre aperfeiçoando a mão de obra e preparados para realizar os serviços com alta qualidade.

    Além de garantir que a limpeza da indústria esteja em boas mãos, a contratação de uma empresa especializada também garante uma redução de custos com questões trabalhistas (como férias e décimo terceiro), pois a própria terceirizada se encarrega disso e de sempre ter a disposição a mesma quantidade de colaboradores necessários para atender o serviço.

    Limpeza é saúde

    A campanha “Limpeza é Saúde” é promovida pelo SEAC-SP (Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo). A campanha atende organizações de todos os segmentos quando elas contratam uma empresa de limpeza profissional.

    As empresas que demonstrarem interesse em fazer parte da campanha, adotando práticas que a apoiam, ganharão o direito de usar o selo de qualidade “Limpeza é Saúde” que representará a qualidade e preocupação com as pessoas.

    Ela tem como objetivo reforçar a importância de um ambiente corretamente higienizado e limpo para a saúde de todos e é um incentivo para que gestores adotem uma filosofia que promova bem-estar para todos.

    Website: http://seac-sp.com.br/

    Educação superior amplia renda e mitiga o desemprego no Brasil, aponta pesquisa

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    Belo Horizonte-MG 22/4/2022 – Aos que se encontram empregados, ter um diploma de graduação pode abrir portas para promoções na empresa e fornecer habilidade para progredir na carreira

    A PNAD 2019 – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE comprovou que existe uma forte correlação entre educação superior e qualidade de vida pelo incremento da renda pessoal e seus impactos positivos para mitigar o desemprego.

    A PNAD Contínua – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE – apontou que no Brasil trabalhadores sem instrução têm renda média de R$ 918,00, e aqueles com ensino superior incompleto recebem em média R$ 1223,00. Por outro lado, a renda média dos trabalhadores com ensino superior é de R$ 5108,00, 5,56 vezes maior comparativamente aos que têm menor rendimento.

    A pesquisa nacional revelou que a taxa de desemprego no Brasil entre trabalhadores que têm ensino médio incompleto (24,4%) é aproximadamente três vezes maior que a do grupo de desempregados com curso superior completo (8,3%). O desemprego também atinge de forma mais elevada trabalhadores com graduação superior incompleta (17,5%).

    Ainda nesse mesmo levantamento do IBGE, também é apontado que os melhores empregos são ocupados por pessoas com escolaridade superior: 48,1% dos empregados ocupados no setor público brasileiro têm graduação superior, contra 30,2% com ensino médio, 2,2% com ensino médio incompleto, 3,5% com ensino fundamental, 6,7% com ensino fundamental incompleto e apenas 1,3% dos empregados no setor público não possuem instrução.

    O economista Diercio Ferreira, CEO da Pecúnia Educação Financeira, destaca que “a PNAD comprovou que existe uma forte correlação entre educação superior e qualidade de vida pelo incremento da renda e seus impactos positivos para mitigar o desemprego. Por este motivo, facilitar o acesso à educação superior de qualidade pode contribuir para melhorar o indicador de Gini que mede o grau de concentração de renda numa determinada região, ajudando no processo de desconcentração de renda”.

    Um outro estudo sobre empregabilidade, realizado pelo Instituto SEMESP, Instituição que representa as mantenedoras de ensino superior do Brasil, em parceria com a plataforma Symplicity, demonstrou que para 82,2% dos oriundos de universidades, tanto públicas quanto privadas, houve alguma melhoria em sua vida pessoal após terminar o curso de graduação. Cerca de 24% citaram melhorias salariais, 19,9% ingressaram numa pós-graduação e 33% relataram que conseguiram o primeiro emprego ou um novo emprego em seu segmento de atuação.

    Julimar Falconiere, coordenador do polo UNISA, Universidade Santo Amaro, em Santa luzia – MG, acredita que “o acesso ao ensino superior pode representar uma mudança significativa na jornada profissional e além de um salário mais alto, o ensino superior de qualidade também pode levar a uma melhor segurança no emprego. Os empregadores geralmente apreciam graduados e são menos propensos a substituí-los por candidatos menos qualificados”.

    Entre os participantes da amostra da pesquisa de empregabilidade SEMESP identificou-se que antes da conclusão de um curso superior apenas 2,9% percebiam rendimento superior a R$ 5000,00. Após a conclusão da graduação este número saltou para 26% com incremento de 135% na média do rendimento bruto entre os egressos das universidades que já estavam trabalhando antes de concluir o curso.

    O economista e professor Diercio Ferreira afirma que “aos que se encontram empregados, ter um diploma de graduação pode abrir portas para promoções na empresa e fornecer as habilidades necessárias para progredir na carreira. Também pode ajudar a ganhar senso de propósito aprendendo a trabalhar em diferentes ambientes”.

    A pesquisa de empregabilidade SEMESP também informa que independentemente da categoria administrativa da instituição, a maioria dos entrevistados concorda, parcial ou totalmente, que o diploma de ensino superior garante melhor empregabilidade no mercado atual.

    “O ensino superior de qualidade feito em instituição referenciada é crucial para conquistar um emprego e avançar na carreira. Por esta razão, as universidades devem trabalhar para providenciar oportunidades para que os alunos desenvolvam expertise industrial, que muitas vezes é considerada uma parte crucial do mercado de trabalho, fornecendo aos seus alunos habilidades práticas de trabalho e orientação”, finaliza o coordenador da UNISA.

    Mais informações sobre os assunto disponíveis em https://www.unisa.br/

    Website: https://www.unisa.br/

    Segurança alimentar merece destaque no Dia Mundial da Terra

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    São Paulo 22/4/2022 – O mundo precisa saber que o Brasil pode dobrar a sua produção de alimentos sem cortar uma árvore.

    Refletir e agir sobre questões sustentáveis e sensibilizar as pessoas sobre a importância de um sistema alimentar que não cause danos ambientais e sociais são pontos primordiais nesta data.

    No dia 22 de abril é comemorado o Dia Mundial da Terra, fazendo deste mês um período que estimula a reflexão sobre as ações que impactam o meio ambiente e como tornar o sistema alimentar mais sustentável para garantir a sobrevivência no planeta.

    “Estudo recente da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura demonstra que cerca de 33% das áreas agrícolas do mundo apresentam algum grau de degradação. Por isso, diversas pesquisas são realizadas para promover técnicas que melhorem o uso do solo”, enfatiza Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.news).

    Só no Brasil, a FAO estima que quase 50 milhões de pessoas vivem em situação de insegurança alimentar grave ou moderada. A situação foi agravada pela pandemia e ocorre ao mesmo tempo em que a produção de carnes no país é gigantesca – segundo o IBGE, só em 2020, a indústria abateu 29,7 milhões de bois, 49,3 milhões de suínos e 6 bilhões frangos no país.

    “A pecuária é a indústria que mais desmata no Brasil, segundo a ONU, e o setor que registrou mais da metade dos casos de trabalho escravo no país entre 1995 e 2020, de acordo com dados do Governo Federal sistematizados pela Comissão Pastoral da Terra. Para construir um futuro com um sistema alimentar justo, precisamos escolher alimentos que não causem tantos danos ambientais e sociais”, afirma Isabel Siano, gerente de campanha da Million Dollar Vegan.

    O consumo consciente é uma prática cidadã e certos hábitos podem contribuir efetivamente para a redução de nosso rastro ambiental. ONGs nacionais e internacionais defendem a mudança para um prato sem produtos de origem animal como forma de tornar o sistema alimentar mais sustentável, criam campanhas para alertar o mundo sobre a necessidade de refeições mais saudáveis e comprometidas com o meio ambiente.

    No último dia 21 de março, o Governo Federal lançou o Programa Metano Zero para estimular a produção do Biometano, gás produzido a partir da biodigestão de resíduos orgânicos, ou simplesmente biomassa. Seu aproveitamento gera energia limpa, energia renovável, haja vista que o CO2 emitido no processo de produção é reabsorvido pelas plantas, à medida que crescem. Os equipamentos para sua implantação foram incluídos no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura – REIDI, suspendendo, assim, a incidência do PIS/Cofins em suas aquisições, o que reduz em 9% o custo do investimento.

    Segundo Alysson Paolinelli, presidente do Instituto Fórum do Futuro e ex-ministro da Agricultura, o Brasil, atualmente, além de ser um grande refúgio ecológico e de ser uma representação do que o mundo precisa ter, desenvolveu bem sua tecnologia e seu sistema produtivo. “É uma país que acredita na possibilidade de mudanças, que teve instrumentos para mudar e fez isso muito rapidamente, criando o que o mundo mais deseja hoje, que é ser uma nova alternativa de uma agricultura tropical sustentável. E ainda será, sem dúvida nenhuma, a garantia da segurança alimentar nesses próximos anos”, pontua.

    “O Brasil conhece em detalhes apenas 5% do seu solo. Os americanos conhecem quase 80% dos solos em nível de detalhe que permite estabelecer políticas públicas em agricultura, mineração, defesa etc. Se conhecendo apenas 5% já somos um dos maiores produtores de alimentos do mundo, imagina o que vamos fazer ao conhecermos 50% através da implantação da plataforma digital PronaSolos, que pretende mapear os solos do Brasil”, salienta Vininha F. Carvalho.

    “Risco climático é risco de investimento, nesse sentido é muito importante que países, empresas e o agro estejam conectados às necessidades de descarbonização e redução de gases de efeito estufa. Temos tecnologias e conhecimento para descarbonizar a nossa agricultura. Produtores que adotam melhores tecnologias fazem a produção sustentável. Precisamos mostrar não só para os brasileiros, mas para o exterior, todo o trabalho que é feito aqui que impacta efetivamente na descarbonização da agricultura e nas mudanças do clima”, afirma Celso Moretti, presidente da Embrapa.

    “O mundo precisa saber que o Brasil pode dobrar a sua produção de alimentos sem cortar uma árvore, sem entrar na Floresta Amazônica, na Mata Atlântica, incorporando áreas degradadas e posteriormente recuperadas”, anunciou o presidente da Embrapa.

    O crédito rural é um recurso de financiamento destinado a pessoas físicas e jurídicas, cujas atividades envolvam a produção e/ou comercialização de produtos do setor agropecuário, informa Romário Alves, CEO da pioneira rede de crédito Rural no Brasil, Sonhagro. “Esses recursos são disponibilizados pelo Governo Federal com prazos e taxas subsidiarias que vão de 3% a 8% ao ano e prazo de até 12 anos, do qual visão a manutenção, modernização e expansão do agro brasileiro”.

    Para a sociedade é importante focar nas ações diárias, muitas delas simples, mas que no final do dia geram grande impacto ao meio ambiente. “Quando medidas que estão ao nosso alcance servem de bons exemplos, as chances de adesão por grande parte da sociedade são maiores e, isso faz com que os efeitos em larga escala se tornem realidade, enfocando novas alternativas para redução de perdas e de melhor aproveitamento dos recursos, amenizando o grave problema da insegurança alimentar”, finaliza Vininha F. Carvalho.

    Website: https://www.revistaecotour.news

    Colégio de Brasília promove clube do livro para os alunos do Ensino Médio

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    22/4/2022 –

    O projeto do Colégio Sigma pretende incentivar o hábito da leitura entre os jovens

    O Dia Internacional do Livro é comemorado no próximo sábado, 23 de abril. No Brasil, conforme dados da pesquisa Retratos da Leitura, do Instituto Pró-Livro, 44% da população não lê e 30% nunca comprou um livro. Despertar o hábito de leitura nos cidadãos também é uma das tarefas das escolas e professores, porque a prática regular aprimora o vocabulário e dinamiza o raciocínio e a interpretação, além de ampliar as capacidades cognitivas para compreensão de ideias e organização de linhas coerentes de pensamento. Trabalhando para incentivar este costume, o Colégio Sigma promove o Clube do Livro SigLivroLivre, para os alunos do Ensino Médio. O primeiro encontro aconteceu no início do mês de abril em todas as unidades da escola.

    Ângela Miranda, professora de Redação e coordenadora do projeto, conta que a ideia de montar o clube do livro dentro da escola surgiu após os professores notarem que o ritmo de leitura dos alunos diminuiu durante o período de aulas híbridas. “Sentimos essa necessidade e nada melhor do que incentivá-los com uma atividade mais leve e voluntária”, conta. “Os encontros terão momentos de descontração, em que estimularemos a criação de repertório, a fim de expandir os horizontes e abrir novas linhas de conhecimento e de pensamento, aumentando a capacidade crítica e interpretativa de cada um”, afirma.

    Para a professora, as expectativas estão altas. “É gratificante ver a disposição deles. A procura dos alunos para se inscreverem foi bem alta”, celebra. Ela aponta que projetos de incentivo à leitura são importantes para os jovens. “Será um espaço onde apresentarão e aprenderão a enxergar novos pontos de vista”. As reuniões do Clube do Livro são mensais e acontecem em cada uma das unidades. Ângela aponta que elas são mediadas por professores mestres em Literatura. “E a cada leitura, eles desenvolverão dinâmicas diferentes para debater o livro do mês”, conta.

    Os primeiros livros foram selecionados pelos professores e foram apresentados para os alunos no primeiro encontro no início de abril. “Cada unidade escolheu com qual história irá começar. São obras de literatura diversa, sem definir um estilo ou escritor específico”, ressalta. “No decorrer do ano, os estudantes poderão sugerir e elencar sugestões para as próximas leituras”, finaliza.

    Treinamento para lideranças de CSCs brasileiros realiza aula inaugural

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    Rio de Janeiro, RJ 22/4/2022 – O HP é um produto inédito no país, criado para atender uma forte demanda existente no mercado de formação de líderes em CSC.

    O Instituto de Engenharia de Gestão iniciou as turmas 2022 do High Potential Program – Shared Services, compostas por lideranças dos Centros de Serviços Compartilhados de empresas do país.

    O High Potential Program – Shared Services 2022 iniciou suas atividades no fim do mês de março, e para a aula inaugural, contou com a presença de dois executivos convidados: Dione Nunes, Gerente do CSC Financeiro e Pessoas do Grupo Moura, e José Paulo Palumbo, HR Transformation – Project Leader na empresa Braskem.

    O Programa, lançado em 2021, foi idealizado pelo IEG para ser um treinamento altamente focado em Serviços Compartilhados, acelerando o desenvolvimento de talentos dos Centros de Serviços Compartilhados brasileiros.

    Segundo Vanessa Saavedra, Sócia e Fundadora do IEG, “O HP é um produto inédito no país, criado para atender uma forte demanda existente no mercado de formação de líderes em CSC. O IEG reuniu nesse programa toda a sua experiência em quase 15 anos estudando e mapeando os CSCs das maiores empresas do país através de grandes Benchmarkings, Diagnósticos, Projetos e Treinamentos Executivos.” 

    As turmas do High Potential 2022 estão compostas por mais de 130 alunos inscritos, lideranças das mais diversas empresas do país estão presentes no treinamento. Todos os participantes do programa terão acesso a conteúdos online, gravados e ao vivo e a um programa vasto e exclusivo, que ampliará o conhecimento dos alunos sobre esse mercado.

    “Esse ano, em sua segunda edição, o High Potential promete muitas novidades, trará tendências e muito conteúdo que ajudará a nortear as futuras decisões das lideranças desse Mercado. O HP já está fazendo a diferença nos CSCs das empresas brasileiras”, destaca Vanessa.

    O treinamento proporcionará aos alunos durante 9 meses uma experiência exclusiva, com aulas online e ao vivo, professores com experiência nesse segmento, bastante networking e uma metodologia dinâmica que trará informações relevantes e tendências da área de Serviços Compartilhados.

    “Um dos principais valores que entregamos para os alunos do High Potential Program é uma ampla rede de conexões com líderes e profissionais que são referências no tema Centro de Serviços Compartilhados. Isso permite que a aquisição de novos conhecimentos e a troca de boas práticas não se limite ao período do programa e se torne um diferencial que nossos alunos levarão para suas trajetórias profissionais”, ressalta Taís Nascimento, Sócia e Gestora do Programa.

    O IEG é uma empresa que elabora soluções de ensino, pesquisa e consultoria em gestão de forma integrada e complementar para as organizações, dissemina conhecimento por meio de treinamentos customizados desenvolvidos para capacitar profissionais de diversas empresas no que tange a competências comportamentais, técnicas e ferramentais.

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