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Raios ultravioletas são uma solução eficiente no processo de desinfecção de água

São Paulo – SP 21/9/2022 –

A foto-oxidação atinge diretamente a genética de microrganismos, impedindo a proliferação de bactérias e substituindo o uso do cloro e demais oxidantes.

A crise sanitária vivida nos últimos anos e o surgimento de novas doenças infecciosas acelerou os estudos e investimentos em soluções para desinfetar de locais, objetos e alimentos. Uma das tecnologias que vem ganhando força neste sentido é a desinfecção por irradiação ultravioleta (UV). Porém, o que poucos sabem é que o princípio dessa tecnologia já presente em robôs, ar-condicionado e eletrodomésticos, também pode ser utilizado no tratamento da água.

O processo de desinfecção da água envolve o uso de agentes físicos ou químicos com propriedades desinfetantes. A escolha do método mais adequado pode variar de acordo com a finalidade e volume da água tratada. Porém, os mais utilizados são a cloração, que faz adição de cloro à água, a ozonização, oxidação química que resulta na decomposição de poluentes e a desinfecção por foto-oxidação. 

De acordo com o gerente da Asstefil, empresa especialista em sistemas de filtragem, para uma desinfecção eficiente da água utilizando irradiação ultravioleta é preciso uma observação atenta dos diversos elementos que ainda podem ser desconhecidos para alguns profissionais. “O método apresenta vantagens por não deixar resíduos químicos na água, porém o líquido deve passar por um tratamento prévio para redução dos sólidos, pois quando suspensos, podem prejudicar a transmissão de UV pela projeção de sombra”, explica Fabio de Oliveira.

A desinfecção por foto-oxidação é capaz de substituir o uso do cloro e demais oxidantes em um processo de tratamento da água, sem causar alterações físico-químicas. Lâmpadas de mercúrio emitem a radiação UV, que por sua vez age sobre a genética de microrganismos, eliminando-os e impedindo sua reprodução. 

Oliveira conta que o segredo desta tecnologia está na influência que a radiação tem sobre as células dos microrganismos e bactérias, que ao ser absorvida causa danos fotoquímicos no ácido nucléico destes organismos. “É uma tecnologia segura, que reduz a produção de resíduos poluentes durante uma desinfecção, e que também pode auxiliar na aproximação do uso de uma água mais pura”, diz o gerente da Asstefil.

Além de ser usada para o consumo de água potável, a prática também pode ser utilizada por empresas na desinfecção de efluentes industriais, torres de resfriamento, em processos de aquicultura, para processos na indústria automotiva, em piscinas e em água de reuso. A desinfecção por meio de UV também pode atender a finalidade de reduzir odor e corrigir a coloração da água.

Website: https://asstefil.com.br/

*Imagens do texto: Reprodução da Internet*

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