A confortável forca do passado - Virou Pauta

A confortável forca do passado

A confortável forca do passado
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Me confortam seus olhos
Como a dança dos fogos
Em uma noite estrelada de dias ociosos
Destroços oprimidos, em meus frígidos ossos
Os fogos seguem queimando em fotos
Os fogos seguem me confortando em fotos

Insidiosos transtornos, começam a me engolir
Anseio sumir, nostalgia começa a ruir
Mas ainda sinto sua falta
Eu ainda te amo

Como a fumaça que me envenena, que se dissipa pela noite plena
As memórias e seus prazeres se dissipam
No silêncio inócuo mas sem pena
Mas eu ainda sua falta
Eu ainda te quero

Desejo o intangível, abraçar o passado
Sentir o cheiro da chuva no campo molhado
Eis o problema do passado

Pois sua falta me manca
Dilacerada garganta
Que grita mas não canta

O passado é a mais dolorosa das miragens.

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*Imagens do texto: Reprodução da Internet*

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